saneamento basico

Diretor-geral do Saae será o primeiro ouvido na CPI da Água

O diretor-geral do Saae, Adhemar José Spinelli Júnior, será a primeira testemunha a ser ouvida na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Água. Os membros da comissão que investiga os problemas no abastecimento de água em Sorocaba se reuniram pela primeira vez na tarde desta terça-feira (11) e definiram o cronograma de trabalhos.

O vereador Carlos Leite (PT) irá presidir a CPI e o vereador Pastor Apolo (PSB) ficará responsável pelo relatório final das atividades de investigação.

Alguns temas também serão abordados pelos vereadores, como ligações clandestinas; reclamações de moradores de cobrança indevida; a “Operação Águas Claras” – investigação policial sobre suposto esquema de fraudes em licitações, e a dívida da autarquia por cobranças a mais nas contas à população, no valor de R$ 30 milhões, denunciada pelo Ministério Público, que até agora não foi paga aos clientes.

As reuniões da CPI da Água serão realizadas sempre às terças-feiras, às 14h. Além do presidente e do relator, fazem parte da Comissão os vereadores Francisco França (PT), Izídio de Brito (PT), Marinho Marte (PPS), José Crespo (DEM) e Tonão Silvano (SDD). A CPI terá prazo regimental de 90 dias para concluir os trabalhos, podendo ser prorrogada por mais três meses.

Últimas Notícias:
Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

02 de junho de 2026 – A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) lançou uma chamada pública para identificar projetos interessados no fornecimento de biometano ao estado, movimento que pode impulsionar novos investimentos e ampliar a participação de Minas Gerais em um dos segmentos mais promissores da transição energética brasileira e no aproveitamento econômico de resíduos para produção de combustível renovável.

Leia mais »

O saneamento e a hipocrisia ambiental

Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.

Leia mais »