saneamento basico

Vanessa Grazziotin lamenta posição de Manaus

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) lamentou o fato de Manaus ter ficado na 97ª posição no ranking de saneamento divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil, incluindo os 100 maiores municípios brasileiros. A capital do Amazonas, observou a parlamentar, é o maior centro de produção de eletrônicos do Brasil, tem mais de 2 milhões de habitantes, todavia está entre as piores cidades no que diz respeito a esgotamento sanitário, superando apenas Macapá, Porto Velho e Ananindeua.

— Lamento ter que vir à tribuna para falar de um índice que nos envergonha. Além disso, reflete o descaso completo da prefeitura, que não se preocupa com tal questão nos últimos tempos — reclamou.

Vanessa lembrou ainda que Manaus não obteve nenhuma melhora na expansão de redes de esgotos em 2014, ano-base usado no levantamento do Trata Brasil. A parlamentar também criticou a empresa empresa Manaus Ambiental, concessionária responsável pelo serviço de água e esgoto na cidade.

— A empresa não cumpre sua obrigação legal e em nenhum momento é incomodada pela prefeitura. Apenas 9,9% da população manauara tem coleta de esgoto e 16% ainda não conta com água potável. Chega de promessas, não acreditamos mais nessa empresa — afirmou.

Fonte: Senado
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Últimas Notícias:
Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

02 de junho de 2026 – A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) lançou uma chamada pública para identificar projetos interessados no fornecimento de biometano ao estado, movimento que pode impulsionar novos investimentos e ampliar a participação de Minas Gerais em um dos segmentos mais promissores da transição energética brasileira e no aproveitamento econômico de resíduos para produção de combustível renovável.

Leia mais »

O saneamento e a hipocrisia ambiental

Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.

Leia mais »