saneamento basico
Saneacre cooperação construtoras

Saneacre assina termo de cooperação com construtoras para revitalizações no interior

Saneacre cooperação construtoras

Com o objetivo de investir nas micro e pequenas empresas, na segunda-feira, 15, o Serviço de Água e Esgoto do Estado do Acre (Saneacre), por meio do titular da pasta, José Bestene, e representantes de empresas construtoras, assinaram termo para a reconstrução e revitalização das sedes em municípios do interior e da Estação de Tratamento de Água (ETA), em Senador Guiomard.

Obras para revitalizações no interior

“A partir de uma conversa com o governador Gladson Cameli, nós propomos investir nas micro e pequenas empresas do nosso estado, para assim, por meio da contratação das construtoras, gerar emprego e renda”, afirmou Bestene.

A contração das construtoras Torre Alta, J Bandeira e 3 Irmãos terá como foco a manutenção predial, contemplando adequações, adaptações, reparações e revitalizações, da Estação de Tratamento de Água (ETA) em Senador Guiomard, e das sedes da Saneacre nos municípios de Capixaba e Manoel Urbano.

LEIA TAMBÉM: Saneamento básico e saúde nos municípios acreanos

O prazo para a conclusão das obras é de seis meses e o valor global do investimento do Estado é de R$ 673 mil.

Fonte: Agência AC.

Últimas Notícias:
Integração de sistemas no saneamento o risco operacional que começa na desorganização dos dados EOS Systems

Integração de sistemas no saneamento: o risco operacional que começa na desorganização dos dados | EOS Systems

No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.

Leia mais »
Novo marco legal do saneamento fracasso ou limites estruturais

Novo marco legal do saneamento: fracasso ou limites estruturais?

Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?

Leia mais »