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AMI CACE

AMI CACE

Condutividade antes e após troca catiônica (CACE) com módulo EDI para a regeneração contínua da resina.

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Condutividade antes e após troca catiônica (CACE) com módulo EDI para a regeneração contínua da resina.

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Esse estudo publicado em 2024 tem como cenário um dos aterros sanitários mais monitorados da Europa: o Aterro Fossetto, localizado na Toscana (Itália), avaliado sistematicamente por órgãos ambientais, centros de pesquisa e universidades ao longo de mais de três décadas.
Os investimentos em saneamento básico na Baixada Santista serão cinco vezes maior após a desestatização da Sabesp promovida pelo Governo de São Paulo. Serão R$ 8,1 bilhões em investimentos de 2026 até 2029 (média de R$ 2 bilhões por ano) para resolver desafios estruturais no abastecimento de água e esgoto. Além disso, R$ 2,43 bilhões já foram aplicados entre 2024 e 2025. Antes da desestatização, a média anual de investimentos foi de R$ 400 milhões por ano entre 2017 e 2024.
Mais de 2,1 mil milhões de pessoas continuam sem acesso a água potável gerida de forma segura. Para estas populações, e para muitas outras que vivem em zonas afetadas por catástrofes naturais ou falhas de infraestruturas, tornar a água mais segura implica, muitas vezes, escolher soluções imperfeitas.
A Asfamas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Materiais para Saneamento) lançou, em parceria com a Ex-Ante Consultoria Econômica, o Radar Asfamas da Indústria do Saneamento.
A Polpel, única empresa no Brasil especializada na reciclagem de liners — o papel revestido de silicone que sobra após colar figurinhas. Projeta processar duas toneladas do material durante a Copa do Mundo de 2026, volume quase dez vezes superior às 230 quilos registrados na edição de 2022. O salto reflete a adesão de grandes companhias, como a Natura (NATU3), e uma campanha viral nas redes sociais que mobilizou pessoas físicas a enviarem os resíduos diretamente para a recicladora, localizada em Guarulhos (SP).
Faltando sete anos para o prazo de universalização do saneamento básico previsto no Novo Marco Legal do Saneamento, o Brasil ainda convive com desafios no acesso aos serviços. Dados da CNI (Confederação Nacional da Indústria), obtidos com exclusividade pelo R7. Mostram que 16% da população brasileira não têm acesso à água potável e 43% vivem sem coleta de esgoto.