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Projeto de logística reversa coleta 12,8 toneladas de resíduos eletrônicos

O descarte incorreto de lixo eletrônico pode causar câncer e uma série de doenças devido à presença de metais pesados nesses materiais. Isso sem falar na contaminação dos solos e dos rios.

Segundo dados divulgados pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2018, o Brasil gera 1,5 tonelada de lixo eletrônico por ano —um número que só reforça a importância de se pensar com urgência no descarte consciente, que encaminhe o material para reciclagem.

No início de janeiro entrou em vigência o Acordo Setorial para a Logística Reversa de Eletroeletrônicos e seus Acessórios, assinado pelo Ministério do Ambiente em outubro do ano passado, e alguma empresas já vêm atuando para cumprir metas de coleta e reciclagem.

A gestora de logística reversa de eletroeletrônicos e pilhas Green Eletron, que auxilia empresas no atendimento à lei 12.305/2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos), recolheu 12,8 toneladas de aparelhos eletroeletrônicos, pilhas e acessórios em eventos organizados durante o ano de 2020 no país inteiro.


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Coleta do Material

A companhia sem fins lucrativos mobilizou empresas e a população para coletar o material por meio de parcerias e, ainda, os itens descartados regularmente em mais de 414 Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) fixos, instalados em diversas cidades.

Em dezembro de 2020, por exemplo, uma ação com a Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) instalou um drive-thru de resíduos eletrônicos em frente ao Paço Municipal da cidade e evitou que mais de 8 toneladas de equipamentos sem uso e pilhas sem carga fossem descartadas no ambiente.

Fonte: UOL.

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