saneamento basico
cidades

AMM debate gestão de resíduos sólidos urbanos e as novidades trazidas pelo Novo Marco Legal do Saneamento

Imagem Ilustrativa

Na segunda (24), a Associação Mineira de Municípios (AMM) promoveu um importante encontro virtual para trazer informações relevantes no âmbito da prestação do serviço de saneamento básico.

Mais de 250 gestores e servidores municipais participaram em busca de orientações sobre a cobrança que deve ser instituída pelos municípios em relação à gestão de resíduos sólidos urbanos e as novidades trazidas pelo Novo Marco Legal do Saneamento (Lei 14.026/2020).

No evento, especialistas no assunto abordaram as principais questões correlatas ao temadiscutindo sobre suas implicações e como as prefeituras devem atuar diante das mudanças e porque elas foram implementadas. 

Dentre os assuntos abordados, destaca-se: alterações no marco legal do saneamento trazidas pela Lei 14.026/2020; a política de regionalização, proposta pelo Estado, que tramita na ALMG; a norma de referência da ANA 001/2021 e suas implicações para os municípios e gestores; aspectos da regulação de saneamento: econômico e operacional; experiência de Consórcio na regulação dos estudos tarifários de resíduos sólidos  e metodologia de recuperação de custos de resíduos sólidos.

A superintendente de Saneamento Básico da Semad, Lília de Castro, foi uma das palestrantes do evento e destaca a importância de orientar os gestores sobre o tema, para trazer essas informações que são relevantes no âmbito da prestação do serviço de saneamento do estado. “É um assunto agora que está sendo muito destacado, considerando a nova legislação vigente e a necessidade dos municípios fazerem essa prestação de serviços regionalizados e cumprir as metas de universalização dos serviços de saneamento, garantindo qualidade de vida para a população”, destacou.

Tarifas

A AMM destaca ainda que as informações sobre cobrança de tarifas ou taxas pela prestação dos serviços de resíduos sólidos urbanos devem ser enviadas para a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), pelas prefeituras municipais, até o dia 28 de fevereiro. Caso contrário, os municípios ficarão sem acesso a recursos federais, incluindo emendas parlamentares para saneamento.

Por meio de capacitações como essa, a AMM segue no propósito da gestão do presidente Julvan Lacerda, de priorizar a capacitação e a qualificação dos gestores públicos.

Fonte: Portal AMM.

Últimas Notícias:
Novas tecnologias ampliam tratamento de esgoto em estação que atende moradores das zonas norte e leste de São Paulo

Novas tecnologias ampliam tratamento de esgoto em estação que atende moradores das zonas norte e leste de São Paulo

São Paulo, 11 de junho de 2026 – A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Parque Novo Mundo, na capital paulista. Passa por um “upgrade tecnológico” que contribuirá com a ampliação do tratamento em 148% – de 2,5 milhões para 6,2 milhões de litros por segundo. Com novos equipamentos e processos, a ETE, inaugurada há 28 anos, poderá crescer sem aumentar a área de 190 mil metros quadrados que ocupa na zona norte de São Paulo, uma das mais adensadas da capital.

Leia mais »
Estudo aponta que Holambra acumulou R$ 278 milhões em ganhos socioeconômicos com avanços no saneamento

Estudo aponta que Holambra acumulou R$ 278 milhões em ganhos socioeconômicos com avanços no saneamento

Levantamento do Instituto Trata Brasil detalha os impactos positivos na saúde, no turismo e na valorização imobiliária do município. A expansão da infraestrutura de saneamento básico em Holambra (SP) gerou um impacto positivo de R$ 278 milhões para o município entre 2013 e 2024. Os dados são do novo estudo “Benefícios Econômicos da Expansão do Saneamento em Holambra”.

Leia mais »
Estudos de tratabilidade a importância da avaliação técnica na definição de rotas de tratamento e desaguamento de lodos SBV Engenharia Ambiental

Estudos de tratabilidade: a importância da avaliação técnica na definição de rotas de tratamento e desaguamento de lodos | SBV Engenharia Ambiental

A gestão de lodos constitui um dos principais desafios operacionais enfrentados por indústrias e sistemas de saneamento. Embora frequentemente tratada como uma etapa secundária dentro do processo de tratamento de efluentes, a geração, o manejo e a destinação desses resíduos representam parcela significativa dos custos operacionais de uma unidade, além de influenciarem diretamente sua eficiência ambiental e sua conformidade regulatória.

Leia mais »