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Política Nacional de Resíduos Sólidos gerou pouco efeito

Política Nacional de Resíduos Sólidos gerou pouco efeito em pouco mais de uma década

Política Nacional de Resíduos Sólidos gerou pouco efeito

O uso excessivo de plástico tem levado empresas gigantes multinacionais a responderem diversos processos iniciados por grupos ambientalistas. Em vários países do mundo o abuso de plásticos tem causado inúmeros problemas ao meio ambiente e muitas das empresas produtoras de alimentos estão sendo indiciadas para arcar com os prejuízos e estabelecer políticas reversas.

Ambientalistas seguem pressionando empresas e gestores para que invistam na política reversa

A lei que regulamenta a destinação dos resíduos sólidos no Brasil completará 13 anos em 2023 e segundo ambientalistas, pouco avanço pôde ser observado em pouco mais de uma década.

O descarta inadequado de resíduos sólidos em ambientes aquáticos e até mesmo o volume nos aterros sanitários seguem na pauta dos grupos ambientalistas e também nas universidades. Um dos grandes desafios é quanto à gestão dos resíduos. Este inclusive é um fator que vem sendo cobrado dos gestores municipais pois faz parte de várias diretrizes estabelecidas na lei para instituir o crédito de reciclagem para a política reversa.

Para o professor de engenharia ambiental na UTFPR de Francisco Beltrão, Adir Cembranel, poucos foram os avanços desde a implantação da lei.


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Política Nacional de Resíduos Sólidos gerou pouco efeito

Vários fatores podem ser identificados para analisar o pouco avanço em pouco mais de uma década, um deles sem dúvida é a falta de incentivo financeiro, tanto para as cooperativas que fazem o trabalho de coleta, quanto para os trabalhadores, como explica o professor.

Em Francisco Beltrão, segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, são recolhidos cerca de 240 toneladas de resíduos sólidos por mês sendo que média diária chega a 12 toneladas de lixo reciclável coletado por dia.

Fonte: RBJ.

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