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Mais de 16 mil toneladas de resíduos já foram retiradas do arroio Dilúvio em Porto Alegre/RS

A dragagem do arroio Dilúvio, o principal que corta Porto Alegre, já retirou 16,1 mil toneladas de materiais, principalmente areia, do leito do curso de água e que causam assoreamento. 

A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SMSUrb) informou nesta quinta-feira (17) que removeu 7,6 mil toneladas de material no trecho entre o Parque Esportivo e a passarela da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs). O volume foi retirado desde o fim de novembro de 2018.

O volume total é completado com 8,5 mil toneladas que já haviam sido retirados no primeiro trecho dragado, nas proximidades do encontro da Ipiranga com a avenida Silva Só.

Segundo a secretaria, análises de laboratório constataram que os resíduos retirados da região da Pucrs são formados basicamente por areia e não apresentam perigo para a área ou a contaminam de maneira irreversível. “A dragagem do arroio Dilúvio segue focada nos trechos com maior assoreamento, para aumentar a capacidade de vazão, especialmente nos períodos de chuvas”, explica a pasta.

Contrato de dragagem

O contrato de dragagem, iniciado em outubro de 2017, foi renovado após 12 meses, e prevê mais cinco pontos de retirada até outubro deste ano. O valor total do serviço será de R$ 3,5 milhões.

Além disso, o contrato prevê o controle e fiscalização dos serviços e garante um destino ambientalmente correto para os resíduos, enviados para aterros com Licença de Operação para receber este tipo de material.

A SMSUrb informa que também há grande quantidade de material proveniente do descarte irregular de lixo, como plásticos e até itens domésticos e brinquedos. Os técnicos da Coordenação de Águas Pluviais (CAP) agora atuarão em dois locais: em um terceiro ponto do Dilúvio, nas proximidades do Museu da Pucrs, e no arroio Passo das Pedras, na zona norte de Porto Alegre.

As demais atividades de dragagem, segundo a secretaria, devem contemplar o arroio Dilúvio (trecho próximo ao Palácio da Polícia), próximo ao Centro, e os arroio Sanga da Morte, no bairro Cristal, e Sarandi, na avenida Assis Brasil, em direção à Casa de Bombas número 10.

Fonte: Jornal do Comércio

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