A privatização da CEDAE/RJ
Hoje, há principalmente três alternativas em discussão, segundo apurou o jornal “Valor”. A primeira delas é a venda completa da estatal.
Hoje, há principalmente três alternativas em discussão, segundo apurou o jornal “Valor”. A primeira delas é a venda completa da estatal.
A apresentação mostrou que o projeto de saneamento básico é vantajoso quando são feitas comparações.
O Rio tem até setembro do ano que vem para privatizar a Cedae e pagar o empréstimo bilionário obtido no âmbito do Regime de Recuperação Fiscal com a União.
A União pressiona o governo fluminense a tomar uma decisão final a respeito da privatização da Cedae.
Enquanto prefeitura tenta entregar AP4 a Parceria Público-Privada, Cedae planeja investimento em saneamento nas áreas formais e informais.
O Governo do Estado e a Cedae assinaram nesta quarta-feira (23/01), no Palácio Guanabara, Termo de Cooperação Técnica com a Prefeitura de Guapimirim.
A Lei 7.529/17 que permitia a venda das ações da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (CEDAE) foi aprovada para que o Estado do Rio de Janeiro (ERJ) entrasse no Regime de Recuperação Fiscal e recebesse o aval da União para um empréstimo, que a princípio seria de R$ 3,6 bilhões, mas que acabou sendo de R$ 2,9 bilhões.
Imóveis que disponham de sistema interno de reserva (cisterna e/ou caixa d’ água) não deverão ter problemas de abastecimento.
Abastecido pela adutora Austin Queimados, o sistema vai garantir a melhoria do fornecimento de água para as localidades de Riachão, Jardim Palmares, Campo Alegre e Palhada, beneficiando diretamente uma população de 33 mil habitantes.
A Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro) é dificilmente privatizada, ao menos não está como um contrato de recuperação fiscal do estado.