Indústria busca eficiência no uso de recursos hídricos
Preocupadas com potenciais prejuízos que a falta de água pode causará produção, várias empresas decidiram colocar em prática o tão falado uso eficiente dos recursos hídricos.
Preocupadas com potenciais prejuízos que a falta de água pode causará produção, várias empresas decidiram colocar em prática o tão falado uso eficiente dos recursos hídricos.
Dividido em três grandes capítulos, o Informe 2016 traz informações relevantes sobre o estado da arte dos recursos hídricos no Brasil, relacionando-as com a disponibilidade hídrica e a gestão em território nacional.
A Cetesb vai passar a monitorar a qualidade das águas do Rio Paraíba do Sul, medindo parâmetros como acidez, temperatura, teor de oxigênio dissolvido, condutividade elétrica e turbidez.
A entidade destaca que o documento é fruto dos esforços dos órgãos estaduais: Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM) e do Instituto Estadual do Ambiente (INEA-RJ).
O sistema Olho N’água, desenvolvido pelo Instituto Nacional do Semiárido (Insa) parceria com a UFCG, monitora volume de água dos reservatórios do Semiárido brasileiro. Do total, mais de 64% deles estão com armazenamento abaixo de 10%.
Para o diretor, apesar da enorme contribuição do capital natural para o desenvolvimento socioeconômico e para o bem-estar humano do país, “essa dependência ainda não se reflete plenamente no desenvolvimento e implementação de políticas públicas e práticas empresariais”.
Esta pós-graduação é voltada especialmente para técnicos do serviço público que atuam em setores relacionados aos recursos hídricos (agricultura, saneamento e meio ambiente, por exemplo), de agências de desenvolvimento metropolitanas, de agências reguladoras de saneamento, de associações regionais e federações de municípios e de secretarias de desenvolvimento regional e política urbana.
Devido à complexidade do tema e necessidade de mais tempo para a construção de consensos entre os reguladores federal e estadual, o novo calendário terá as seguintes datas:
De acordo com a Resolução Conjunta ANA-AESA nº 1.397/2016, somente os usos para consumo humano e dessedentação animal, prioritários para a Política Nacional de Recursos Hídricos, não sofrem restrições.
Esse é o pior nível registrado desde a sua construção, no fim da década de 1950. "Se não chover, não haverá água a partir de março", admite Paulo Varella, presidente da Agência Nacional de Águas (ANA).