Oito estados já aderiram ao programa de concessão do saneamento do BNDES
O programa de concessões em saneamento do governo federal, capitaneado pelo BNDES, ganha fôlego neste início de 2017 com o anúncio de uma primeira onda de licitações.
O programa de concessões em saneamento do governo federal, capitaneado pelo BNDES, ganha fôlego neste início de 2017 com o anúncio de uma primeira onda de licitações.
Com a entrada de capital do setor privado, caso seja aprovada a concessão, a expectativa é que ocorra uma melhora no processo produtivo e na prestação do serviço da Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa).
A moeda de troca para o acordo de socorro financeiro da União ao Rio é o único ativo importante que o governo estadual tem a oferecer.
Recurso faz parte de acordo de US$ 2,4 bilhões firmado com BID para financiar investimentos sustentáveis; BID é maior credor internacional do BNDES.
Considerado uma das prioridades do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o programa de concessões estaduais de saneamento terá evoluções em janeiro do ano que vem.
A atividade de regulação pode ser compreendida como sendo a função administrativa desempenhada pelo Poder Público para normatizar, controlar e fiscalizar as atividades econômicas ou a prestação de serviços públicos por particulares.
Novo instrumento, que entrará em operação em meados de 2017, priorizará investimentos relacionados a uma economia de baixo carbono.
Expansão de serviços faz parte de Política Nacional de Resíduos Sólidos, que deve ser implementada até 2030.
Os recursos do BNDES serão destinados ao desenvolvimento de kits de diagnóstico e ações de combate aos vetores de transmissão dos vírus.
O governo do ES não aderiu ao programa de concessão de companhias de água e esgoto do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).