Sem mudanças profundas, risco de faltar água em SP não acaba tão cedo
Sem uma espécie de reforma hídrica, o risco de o racionamento de água voltar à Grande São Paulo nos próximos anos é real, segundo especialistas do setor.
Sem uma espécie de reforma hídrica, o risco de o racionamento de água voltar à Grande São Paulo nos próximos anos é real, segundo especialistas do setor.
O Brasil joga fora mais de um terço da água tratada que distribui, segundo o Ministério das Cidades. Essa porção que não chega às torneiras daria para encher quase sete vezes o reservatório do Cantareira –o maior em operação na Grande São Paulo.
Uma das principais obras do governo Geraldo Alckmin (PSDB) para evitar nova crise hídrica em São Paulo está travada por questões ambientais.
De toda a água tratada em 2014, o Brasil perdeu 36,7% durante a distribuição. São mais de 6 bilhões de metros cúbicos desperdiçados, o suficiente para encher seis vezes o sistema Cantareira, na Grande São Paulo.
Para o superintendente do DAE, Osmar Silva Filho, o baixo número não significa que a população
Precipitação já registrada no mês é 82,4% do esperado para março. Todos os sistemas que abastecem a Grande SP tiveram elevação.
Chuva em março já foi 58,3% do previsto para todo o mês. Sistemas Alto Tietê e Guarapiranga também tiveram alta.
No início de fevereiro, a Sabesp anunciou novas regras para
A gestão Geraldo Alckmin (PSDB) decretou na segunda-feira, 7, o fim da crise hídrica em São Paulo, pouco mais de dois anos após seu início declarado.