Corsan aposta em conscientização para ampliar ligações à rede de esgoto
Meta de 90% de coleta até 2033 depende da conexão dos imóveis, etapa que, embora não dependa diretamente das operadoras, é decisiva para a universalização
Meta de 90% de coleta até 2033 depende da conexão dos imóveis, etapa que, embora não dependa diretamente das operadoras, é decisiva para a universalização
Mesmo com novo marco, saneamento universal avança lentamente e pressiona saúde pública, meio ambiente e infraestrutura urbana. O Marco Legal do Saneamento define metas importantes para o Brasil: até 2033, 99% da população deve ter acesso à água potável e 90% deve contar com coleta e tratamento de esgoto.
O número representa apenas 2,54% das 2.483 cidades analisadas, que juntas concentram cerca de 80% da população do país, incluindo todas as capitais.
Acesso a sistemas formais de água recuou 0,5 ponto percentual. Cinco anos após o Marco Legal do Saneamento Básico entrar em vigor, o país não apresentou uma evolução significativa nos indicadores de saneamento básico.
Moradores do Dique da Vila Gilda, na Zona Noroeste de Santos, no litoral de São Paulo, terão acesso à água tratada e coleta de esgoto a partir de janeiro de 2026. A medida foi oficializada por meio de um termo de cooperação técnica entre a Prefeitura de Santos e a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).
O saneamento básico é um direito humano fundamental reconhecido pela ONU e, apesar disso, o Brasil ainda apresenta uma grande defasagem nessa área.
A revolução no Saneamento Básico em São Paulo ganhou um ritmo inédito, representando um novo marco na saúde pública e na qualidade de vida de milhões de paulistas.
Uma das grandes vergonhas do Brasil é a falta de saneamento básico. Segundo o Instituto Trata Brasil 32 milhões de brasileiros ainda não têm acesso à água potável. Mais de 90 milhões vivem sem coleta de esgoto.
Este é o balanço da Diretoria de Investimentos da Companhia em 2025 que prevê desembolso de R$ 2 bilhões em recursos, em obras que integram o plano de investimentos audacioso, na busca da universalização do saneamento até 2029.
As obras do novo Sistema de Esgotamento Sanitário Terra Preta começaram na sexta-feira (3/10) em Mairiporã, na Grande São Paulo.