67 municípios do Paraná não têm plano de gestão de lixo
Levantamento do TCE-PR mostra que mais de 1 milhão de paranaenses vivem em cidades sem plano de gestão de resíduos.
Levantamento do TCE-PR mostra que mais de 1 milhão de paranaenses vivem em cidades sem plano de gestão de resíduos.
Projetos em Tatuí, Sorocaba e Boituva provam como a gestão correta de resíduos reduz impactos ambientais, gera economia aos cofres públicos e fortalece práticas alinhadas ao ESG.
Dado consta em relatório produzido pelo TCE-PR após auditores realizarem levantamento sobre a gestão de resíduos junto a 397 prefeituras. 67 delas não possuem planos formais sobre o tema.
O Brasil gerou mais de 81 milhões de toneladas de resíduos sólidos em 2025, segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, publicado pela Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (Abrema).
Produto intensivo no uso de energia, o alumínio tem na reciclagem um dos principais caminhos para a descarbonização dessa indústria. A economia energética na fabricação chega a 95% com o reaproveitamento do material. A produção de um alumínio mais limpo, no entanto, tem esbarrado em dificuldade de acesso ao seu principal insumo, a sucata, devido, sobretudo, ao interesse chinês pela matéria-prima.
Sem concorrência, o consórcio Centro Oeste Tratamento de Resíduos venceu, na sexta-feira (31 de Julho). O leilão de concessão para operar os serviços de manejo de resíduos sólidos urbanos nos 31 municípios integrantes do Cias (Consórcio Intermunicipal Multifinalitário do Centro-Oeste Mineiro).
A indústria ligada à reciclagem de materiais está próxima de ganhar um importante incentivo. A Câmara aprovou a proposta do deputado Ronaldo Nogueira (Republicanos/RS). A medida torna permanentes os incentivos à indústria da reciclagem previstos na Lei de Incentivo à Reciclagem, de 2021.
A Iguá Saneamento participou da ampliação do mapa de análise do Blue Keepers, iniciativa do Pacto Global da ONU – Rede Brasil que combate a poluição no oceano.
Há um dado que merece nossa profunda reflexão: o Brasil recicla apenas 2,2% dos resíduos sólidos urbanos que produz. Menos de 3% de tudo o que consumimos e descartamos retorna à cadeia produtiva. O número impressiona e revela quanto o país ainda desperdiça uma oportunidade de gerar emprego, renda, reduzir gastos públicos e preservar o meio ambiente.
O Seminário Internacional Economia Circular, Resíduos Sólidos e Sustentabilidade propõe a construção de um espaço qualificado de diálogo, articulação institucional e intercâmbio técnico sobre os desafios e as oportunidades da transição para modelos sustentáveis de gestão de resíduos sólidos.