Saneamento reduz poluição dos rios da Grande SP
Os rios Tietê e Pinheiros cruzam São Paulo e são alimentados por córregos e afluentes. Ambos estão poluídos há décadas, principalmente devido ao esgoto in natura despejado diariamente em seus leitos.
Os rios Tietê e Pinheiros cruzam São Paulo e são alimentados por córregos e afluentes. Ambos estão poluídos há décadas, principalmente devido ao esgoto in natura despejado diariamente em seus leitos.
Mais acesso à água tratada, ampliação da coleta e do tratamento de esgoto para as famílias e, ainda, reforço da infraestrutura hídrica.
A operação de Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) está diretamente condicionada à manutenção de sua capacidade hidráulica efetiva que, ao longo do tempo, progressivamente é comprometida pelo acúmulo de lodo nas unidades de tratamento. Tal fenômeno representa uma das principais causas de perda de eficiência, especialmente em sistemas baseados em lagoas de estabilização e reatores biológicos de grande volume.
A Câmara aprovou, hoje, em sessão ordinária, o projeto de lei de autoria do Poder Executivo. A proposta autoriza a contratação de operação de crédito no valor de R$ 101 milhões junto à Caixa Econômica Federal. Além disso, a operação conta com garantia da União. O financiamento será realizado no âmbito do programa Novo PAC – Esgotamento Sanitário.
Na grande maioria das estações de tratamento de esgoto (ETEs), o lodo biológico é o resíduo sólido gerado em maior quantidade, sendo responsável por um dos maiores custos operacionais, devido principalmente aos serviços de transporte e destinação do material.
Durante visita à sede da Ecosan, em Santo André (SP), o consultor técnico Rolando Piaia apresenta um dos projetos mais desafiadores da empresa: o fornecimento completo de ETA e ETE para uma usina termoelétrica de ciclo combinado no Norte do país.
A busca por eficiência operacional e sustentabilidade tem impulsionado a indústria a adotar metodologias estruturadas para a otimização de processos produtivos.
O Governo do Amazonas apresentou, na segunda-feira (01/09), os avanços já alcançados com as ações que desenvolve na área de saneamento básico, em apoio às prefeituras.
Eficiência energética, estabilidade operacional e flexibilidade de aplicação fazem do sistema de aeração por ar difuso uma alternativa cada vez mais adotada por empresas e operadores do setor de saneamento e tratamento de efluentes.
Após ser multada pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo por despejar esgoto na Represa de Guarapiranga, a Sabesp está anunciando um plano para universalizar o saneamento no entorno da represa.