Economias emergentes precisarão dobrar seus investimentos em energia
Estudo realizado em parceria com o World Economic Forum estima que serão necessários US$495 bilhões anuais em 2040 para satisfazer a demanda energética dos países subdesenvolvidos
Estudo realizado em parceria com o World Economic Forum estima que serão necessários US$495 bilhões anuais em 2040 para satisfazer a demanda energética dos países subdesenvolvidos
O resultado tem sido uma crise de investimentos em novas linhas e subestações. Nos últimos três anos, 42% dos lotes colocados em licitação e considerados essenciais para a segurança do sistema não receberam proposta, segundo dados do Instituto Acende Brasil (complementados com dados levantados pelo jornal O Estado de S. Paulo). No ano passado, o resultado foi pior: 60% dos trechos ofertados não foram arrematados.
A Paraíba quer se tornar um polo de destaque no Nordeste do Brasil na geração de energia eólica e, para isso, o Estado, além de ter um bom potencial eólico, oferece boa infraestrutura de estradas e apoio na agilidade do licenciamento ambiental.
A entidade ponderou que o montante corresponde aos projetos totalmente comissionados, mas salientou que parte desse volume ainda depende de conexões com rede de transmissão.
O preço da energia elétrica para a indústria grande consumidora subiu, em média, 204% de 2000 a 2013, enquanto o IPCA teve alta de 127% na mesma base de comparação.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou o adiamento do início da operação comercial da Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu para janeiro de 2018. A previsão inicial era de que a primeira das três unidades geradoras da usina começasse a operar ainda em 2016.
As térmicas respondem por 1.468 MW e as eólicas por 2.252 MW. Não há estimativa de usina fotovoltaica instalada em 2016. Este tipo de geração entra no sistema em 2018, quando serão entregues os projetos dos leilões.
A carga de energia gerada no Sistema Interligado Nacional (SIN) chegou a 65.608 megawatts-médios (MWmédios) em janeiro deste ano – queda de 5,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados, do Boletim de Carga Mensal do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), foram divulgados hoje, dia 5. De acordo com o levantamento do ONS, no entanto, houve um crescimento de 0,5% em relação a dezembro de 2015.
As companhias informaram que vão economizar ainda mais recursos, onde for possível. Os investimentos, por exemplo, que servem para manutenção dos campos já em atividade e para novas extrações que permitem a reposição dos barris em reserva, já caíram 20% em 2015, para US$ 148,6 bilhões.
Mas é possível destinar uma fatia ainda maior ao setor com o avanço do programa SC+Energia, lançado pelo governo catarinense há sete meses para ampliar investimentos no setor.