Caesb e GDF investem R$ 153 milhões para ampliar sistemas de água e esgoto em São Sebastião
Pacote de obras inclui novas redes, adutoras, reservatórios e sistema de esgotamento sanitário
Pacote de obras inclui novas redes, adutoras, reservatórios e sistema de esgotamento sanitário
A falta de coleta e tratamento adequado de esgoto continua sendo um dos principais desafios para a saúde pública no Brasil. Embora muitas vezes invisível no cotidiano das cidades. O saneamento básico está diretamente ligado à prevenção de doenças, à preservação ambiental e à qualidade de vida da população.
Abrir a torneira, tomar banho ou utilizar água em casa são gestos simples do cotidiano. Por trás deles, porém, existe uma estrutura complexa que envolve tecnologia, planejamento, engenharia e investimentos permanentes para garantir um serviço essencial à população.
A Asfamas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Materiais para Saneamento) lançou, em parceria com a Ex-Ante Consultoria Econômica, o Radar Asfamas da Indústria do Saneamento.
Faltando sete anos para o prazo de universalização do saneamento básico previsto no Novo Marco Legal do Saneamento, o Brasil ainda convive com desafios no acesso aos serviços. Dados da CNI (Confederação Nacional da Indústria), obtidos com exclusividade pelo R7. Mostram que 16% da população brasileira não têm acesso à água potável e 43% vivem sem coleta de esgoto.
Os rios Tietê e Pinheiros cruzam São Paulo e são alimentados por córregos e afluentes. Ambos estão poluídos há décadas, principalmente devido ao esgoto in natura despejado diariamente em seus leitos.
A implantação de redes coletoras de esgoto representa uma etapa fundamental da infraestrutura de saneamento urbano. Embora frequentemente associada apenas à instalação de tubulações, a execução envolve uma cadeia complexa, diretamente influenciada por fatores como profundidade de vala, interferências subterrâneas, presença de água, condições geotécnicas, logística de materiais e produtividade das frentes de obra.
Em entrevista ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, nesta quarta-feira (10 de junho). O presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Douglas Nóbrega. Informou que a empresa deverá concluir o processo de transição da concessão parcial dos serviços entre o final de setembro e o início de outubro.
Moradores de bairros que historicamente não contavam com infraestrutura de saneamento no município de Itatiba, na região de Campinas. Começam a vivenciar uma nova realidade com o avanço das obras da Sabesp para ampliar o acesso a água e coleta e tratamento de esgoto, promovendo mais saúde, qualidade de vida, desenvolvimento urbano e preservação ambiental. O investimento nessas obras soma mais de R$ 15,3 milhões.
Um estudo que analisa os impactos ambientais, econômicos e sociais da ineficiência no controle de perdas de água no Brasil. Aponta que o volume de água desperdiçado no país seria suficiente para abastecer cerca de 77 milhões de pessoas.