BH investe menos que a média nacional em saneamento básico
O levantamento também indicou que, mesmo sendo uma das maiores economias do país, Belo Horizonte ocupa a 42ª posição do ranking do atendimento de água e tratamento de esgoto.
O levantamento também indicou que, mesmo sendo uma das maiores economias do país, Belo Horizonte ocupa a 42ª posição do ranking do atendimento de água e tratamento de esgoto.
O contrato tem custo estimado de R$ 1,314 bilhão para bancar o serviço durante 2 anos –podendo ser renovado por mais 3 (neste caso, aditivos podem ser acertados).
Os resultados são reflexo da eficiência na gestão dos custos e das despesas da Companhia, e da implementação de ações que impactam a qualidade dos serviços prestados aos clientes de todo o Estado.
A companhia fechou o período com EBITDA Proforma de R$ 6,3 bilhões em 2023, aumento de 77,3% em relação ao ano anterior.
A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística informou que o contrato de desestatização da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) prevê o investimento de R$ 385,8 milhões no saneamento básico de Franca até 2029.
Estão sendo assentados quase 38 quilômetros de tubulação de esgoto que vão permitir que 1.635 residências localizadas nos bairros Anhembi, Higienópolis e Mini Parque Industrial sejam atendidas com o sistema.
Este artigo tem como objetivo principal apresentar um panorama do financiamento dos serviços públicos de saneamento básico no Brasil, com destaque para as emissões de debêntures incentivadas como complemento aos mecanismos tradicionais de crédito.
Investimento em Saneamento e Água em Patos de Minas: A Transformação pela Copasa A Copasa compromete-se com a melhoria contínua do abastecimento de água e do sistema de esgotamento sanitário em Patos de Minas, MG.
A companhia atende com abastecimento de água a capital Boa Vista e mais 50 localidades do interior, sendo 14 sedes e 36 vilas, o que beneficia 630 mil habitantes do Estado.
A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) é pioneira no Ceará em aliar os investimentos em projetos de inovação tecnológica e transformá-los em benefícios fiscais. Por meio da chamada “Lei do Bem” (nº 11.196/2005), a companhia conseguiu rastrear e inserir junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação um total de R$ 17 milhões, aportados em projetos de inovação nos últimos três anos, rendendo um retorno total de R$ 3,6 milhões em benefícios.