saneamento basico

Por que concessionárias estão investindo em inteligência de dados para tomada de decisão | EOS Systems

Historicamente, o setor de saneamento operou sob o paradigma da escassez de informações. As decisões estratégicas e operacionais nas concessionárias e autarquias públicas eram pautadas, em sua grande maioria, por medições mensais de faturamento, relatos pontuais de equipes de campo ou na experiência empírica dos engenheiros mais antigos da casa.

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Da operação reativa à gestão preditiva: o futuro das utilities | EOS Systems

Historicamente, o modelo operacional predominante nas concessionárias de água e esgoto no Brasil foi moldado pela gestão reativa. Nesse paradigma clássico — frequentemente apelidado de modo "apagar incêndios" —, as ações operacionais e de manutenção são desencadeadas quase exclusivamente após a ocorrência do evento adverso:

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Integração de sistemas no saneamento: o risco operacional que começa na desorganização dos dados | EOS Systems

No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.

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