Por uma nova economia da água
A dimensão do desafio é impressionante. Mais da metade da produção global de alimentos vem de áreas com suprimentos de água doce em declínio.
A dimensão do desafio é impressionante. Mais da metade da produção global de alimentos vem de áreas com suprimentos de água doce em declínio.
O aproveitamento energético do biogás proveniente de aterros sanitários se destaca como uma estratégia capaz de integrar a gestão de resíduos à produção de energia renovável e à mitigação das mudanças climáticas.
Na manhã da quarta-feira, 7 de maio, em João Pessoa (PB), a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) debateu a temática das mudanças climáticas e seus impactos sobre os recursos hídricos.
A IA vai cruzar a ampla base de dados que a Companhia possui - mais de 70 anos de informações sobre pluviometria e vazão nas represas - com as previsões meteorológicas. Com isso, vai simular cenários levando em consideração as mudanças climáticas.
A mudança climática é um dos maiores desafios que a humanidade enfrenta atualmente. Seus efeitos se manifestam de várias formas, desde o aumento das temperaturas globais até a alteração dos padrões climáticos e a escassez de recursos naturais, incluindo a água.
Eventos extremos de precipitação têm causado significativas rupturas nos sistemas sociais, levando a impactos ambientais consideráveis e afetando diretamente a vida das comunidades. Este estudo investiga a vulnerabilidade de São José dos Campos (SJC), no Vale do Paraíba Paulista, Brasil, a inundações, explorando a relação entre registros de inundação, características geográficas e ocupação urbana desordenada.
Apesar disso, os resíduos sólidos sem aproveitamento ou destinação adequados continuam sendo o principal emissor de metano nas regiões metropolitanas no país.
ANA Debate Mudanças Climáticas O diretor da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) Filipe Sampaio participou como palestrante do 35° Encontro Técnico da Associação dos Engenheiros da Companhia…
Essas mudanças podem ser naturais, como por meio de variações no ciclo solar. Mas, desde 1800, as atividades humanas têm sido o principal impulsionador das mudanças climáticas, principalmente devido à queima de combustíveis fósseis como carvão, petróleo e gás.
Os períodos de alta temperatura e escassez hídrica intercalados com períodos de chuva são constatados em todos os países.