BNDES estrutura mais nove concessões de saneamento; projetos somam R$ 47 bi
Maranhão, Goiás, Rondônia e Porto Alegre estão no portfólio do banco; mercado vê privatização da Copasa com interesse.
Maranhão, Goiás, Rondônia e Porto Alegre estão no portfólio do banco; mercado vê privatização da Copasa com interesse.
De acordo com o estudo, nos últimos seis anos, seis projetos de PPPs foram levados a leilão, resultando em R$ 17,3 bilhões em investimentos contratados e atendimento a 264 municípios. Caso os projetos previstos para 2026 sejam efetivados, esses números mais do que dobrarão.
No maior leilão do ano, gestora fica com bloco do sertão e consórcio BRK-Acciona paga R$ 3,5 bilhões por lote que inclui Recife. Para 2026, privatização da Copasa deve atrair investidores.
O Governo de Pernambuco realizou, na B3, em São Paulo, o leilão de concessão dos serviços de saneamento básico em duas microrregiões do estado, arrecadando cerca de R$ 4,2 bilhões em outorgas e prevendo investimentos da ordem de R$ 19 bilhões ao longo dos 35 anos de contrato.
Intenção do Executivo municipal é repassar todos os serviços relacionados aos resíduos sólidos para uma única empresa.
Parceria entre o Governo do Espírito Santo e o BNDES estrutura o projeto Universaliza.ES, iniciativa que impulsiona a universalização do saneamento básico em 32 municípios capixabas.
O saneamento básico é um direito humano fundamental reconhecido pela ONU e, apesar disso, o Brasil ainda apresenta uma grande defasagem nessa área.
O Governo do Amazonas está implantando um novo modelo de governança para garantir maior eficiência na gestão e impulsionar investimentos em saneamento básico, especialmente no interior do estado.
O Brasil deve realizar mais privatizações, concessões e parcerias público-privadas (PPPs) para impulsionar os investimentos em saneamento, apesar do aumento recente dos aportes no setor.
A divulgação do estudo ocorreu na abertura da II Conferência Internacional de Resíduos Sólidos e Saneamento (CIRSOL).