Após cinco anos, Marco Legal do Saneamento não apresenta resultados significativos
O saneamento básico é um direito humano fundamental reconhecido pela ONU e, apesar disso, o Brasil ainda apresenta uma grande defasagem nessa área.
O saneamento básico é um direito humano fundamental reconhecido pela ONU e, apesar disso, o Brasil ainda apresenta uma grande defasagem nessa área.
O Governo do Amazonas está implantando um novo modelo de governança para garantir maior eficiência na gestão e impulsionar investimentos em saneamento básico, especialmente no interior do estado.
O Brasil deve realizar mais privatizações, concessões e parcerias público-privadas (PPPs) para impulsionar os investimentos em saneamento, apesar do aumento recente dos aportes no setor.
A divulgação do estudo ocorreu na abertura da II Conferência Internacional de Resíduos Sólidos e Saneamento (CIRSOL).
O encontro reuniu autoridades, especialistas e representantes de empresas públicas e privadas para discutir os resultados da legislação, os desafios e as oportunidades para acelerar a universalização dos serviços de água e esgoto no país.
A constatação do Instituto Trata Brasil se baseia em dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico.
O evento foi conduzido pelo presidente da estatal, Alex Campos, ao lado da diretoria da companhia, e contou com a presença de convidados e colaboradores.
Secretária de Parcerias Estratégicas, Ana Pellini explica o projeto que envolve água e esgoto.
A partir de agora, a União poderá ampliar os recursos para o fundo que ajuda governos locais a estabelecer parcerias público-privadas (PPP).
Vinte e três consórcios municipais, foram habilitados para estruturar projetos de concessão de serviços públicos de manejo de resíduos sólidos urbanos.