Água de reúso: uma alternativa sustentável para o Brasil
As motivações para a busca de soluções e alternativas que podem diminuir o estresse hídrico são evidentemente importantes.
As motivações para a busca de soluções e alternativas que podem diminuir o estresse hídrico são evidentemente importantes.
Estudos e especialistas apontam riscos crescentes à saúde e pressionam autoridades a adotarem medidas mais rígidas contra a produção e o consumo de descartáveis.
“Sujos” ou “extremamente sujos”: estas são as classificações de 46% dos ambientes aquáticos do mundo. A conclusão é de um levantamento que compilou e sistematizou dados de 6.049 registros de contaminação por lixo em ambientes aquáticos de todos os continentes ao longo da última década.
O projeto reúne instituições do Brasil, Índia, China e África do Sul com o objetivo de desenvolver tecnologias sustentáveis e descentralizadas para o tratamento e reuso de águas residuárias.
Um levantamento robusto conduzido pelo Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP expôs o panorama atual: apenas 64,8% dos resíduos sanitários gerados nos 645 municípios paulistas passam por algum tipo de tratamento, e muitos deles utilizam métodos pouco eficazes para a retirada de poluentes.
A urgência para a readequação dos modelos de produção e consumo é destacada pela crescente demanda por recursos naturais e a intensa degradação ambiental.