Cientistas criam plástico que desaparece no oceano
Inovação japonesa cria plástico resistente que se dissolve rapidamente na água salgada, sem gerar microplásticos.
Inovação japonesa cria plástico resistente que se dissolve rapidamente na água salgada, sem gerar microplásticos.
As motivações para a busca de soluções e alternativas que podem diminuir o estresse hídrico são evidentemente importantes.
Estudos e especialistas apontam riscos crescentes à saúde e pressionam autoridades a adotarem medidas mais rígidas contra a produção e o consumo de descartáveis.
“Sujos” ou “extremamente sujos”: estas são as classificações de 46% dos ambientes aquáticos do mundo. A conclusão é de um levantamento que compilou e sistematizou dados de 6.049 registros de contaminação por lixo em ambientes aquáticos de todos os continentes ao longo da última década.
O projeto reúne instituições do Brasil, Índia, China e África do Sul com o objetivo de desenvolver tecnologias sustentáveis e descentralizadas para o tratamento e reuso de águas residuárias.
Um levantamento robusto conduzido pelo Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP expôs o panorama atual: apenas 64,8% dos resíduos sanitários gerados nos 645 municípios paulistas passam por algum tipo de tratamento, e muitos deles utilizam métodos pouco eficazes para a retirada de poluentes.
A urgência para a readequação dos modelos de produção e consumo é destacada pela crescente demanda por recursos naturais e a intensa degradação ambiental.