A invisibilidade do chorume
Diariamente, um adversário insidioso e muitas vezes ignorado emerge silenciosamente de nossos resíduos, tecendo uma rede de contaminação que ameaça rios, lagos, aquíferos e até a água que chega às nossas casas.
Diariamente, um adversário insidioso e muitas vezes ignorado emerge silenciosamente de nossos resíduos, tecendo uma rede de contaminação que ameaça rios, lagos, aquíferos e até a água que chega às nossas casas.
A Sabesp inicia uma nova rodada de comunicação para cerca de 350 mil clientes que possuem rede coletora de esgoto disponível na porta do imóvel, mas ainda não se conectaram ao sistema da Companhia.
“Sujos” ou “extremamente sujos”: estas são as classificações de 46% dos ambientes aquáticos do mundo. A conclusão é de um levantamento que compilou e sistematizou dados de 6.049 registros de contaminação por lixo em ambientes aquáticos de todos os continentes ao longo da última década.
Volume foi registrado entre janeiro e outubro de 2025 e indica aumento em relação ao ano anterior. O volume de resíduos recolhidos nas estações de tratamento de esgoto de Campinas…
A preservação dos igarapés de Manaus é vista como uma tarefa coletiva que exige mudança de hábitos da população, fortalecimento da coleta seletiva e investimentos em saneamento básico.
Diariamente, um adversário insidioso e muitas vezes ignorado emerge silenciosamente de nossos resíduos, tecendo uma rede de contaminação que ameaça rios, lagos, aquíferos e até a água que chega às nossas casas.
Balneário Camboriú, Litoral Norte de Santa Catarina, anunciou na segunda-feira (8) um conjunto de obras e ações chamado Praia 100% Limpa. O plano visa resolver os principais problemas de esgoto que afetam a cidade.
A importância do saneamento e sua relevância à saúde humana remontam às mais antigas culturas. O desenvolvimento do saneamento sempre esteve ligado à evolução das civilizações, às vezes retrocedendo, outras renascendo com o aparecimento de outras.
Uma agência do Texas que supervisiona 13 milhões de acres de terras estaduais está alertando que fluidos residuais tóxicos da perfuração de xisto ameaçam contaminar poços de petróleo na bacia de petróleo mais prolífica da América do Norte.
Um levantamento robusto conduzido pelo Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP expôs o panorama atual: apenas 64,8% dos resíduos sanitários gerados nos 645 municípios paulistas passam por algum tipo de tratamento, e muitos deles utilizam métodos pouco eficazes para a retirada de poluentes.