A água no Brasil: da abundância à escassez
Culturalmente tratado como um bem infinito, a água é um dos recursos naturais que mais tem dado sinais de que não subsistirá por muito tempo às intervenções humanas no meio ambiente e às mudanças do clima.
Culturalmente tratado como um bem infinito, a água é um dos recursos naturais que mais tem dado sinais de que não subsistirá por muito tempo às intervenções humanas no meio ambiente e às mudanças do clima.
O evento, organizado pela CNI em parceria com a Rede Brasil do Pacto Global e Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebeds), foi realizado no centro de convenções Riocentro, no Rio de Janeiro.
Neste contexto, o objetivo deste trabalho foi comparar a situação do saneamento básico nos municípios brasileiros através de alunos dos polos de EAD da Estácio que cursaram Gestão Ambiental no ano de 2016, gerando informações que possam ser utilizadas pelo poder público para a melhora sanitária destas localidades.
A cidade sul-africana enfrentou uma seca que se comparou com a seca do Milênio na Austrália em termos de gravidade, mas a resposta da cidade foi muito diferente.
O ambientalista e presidente do MDV (Movimento em Defesa da Vida do Grande ABC), Virgílio Alcides de Farias, alertou que a queda no nível do Sistema Rio Grande, braço da Represa Billings que abastece 1,2 milhão de pessoas.
Embora as condições climáticas tenham forte influência sobre a disponibilidade hídrica, o problema da escassez de água na região metropolitana de São Paulo e qualquer outra região metropolitana do país é influenciada pelo padrão de uso e ocupação do solo e elevada densidade demográfica.
As atividades econômicas desenvolvidas no planalto, onde fica o Cerrado brasileiro e celeiro do país, influenciam diretamente nas águas do bioma Pantanal, como chamamos a planície pantaneira.
Um problema que poderia ser evitado, se as concessionárias de saneamento investissem mais na expansão dos sistemas de tratamento de esgoto e na redução de perdas d’água.
Ainda em 2017, diversas cidades sofreram racionamentos. Hoje, a crise hídrica volta a assombrar São Paulo e ser pauta nas mídias.
O país desperdiçou 38% da água potável nos sistemas de distribuição em 2016, o equivalente a quase 7 mil piscinas olímpicas cheias a cada dia.