Sabesp aposta na Represa Billings como ‘nova Cantareira’ para SP
Região na zona sul da capital tem índices mais altos de chuva; governo do Estado diz que eventual priorização de um manancial não implica 'descontinuidade de outro'.
Região na zona sul da capital tem índices mais altos de chuva; governo do Estado diz que eventual priorização de um manancial não implica 'descontinuidade de outro'.
O governo do estado de São Paulo, liderado por Tarcísio de Freitas (Republicanos), enfrenta forte reação após a Sabesp despejar esgoto sem tratamento no Rio Tietê, no trecho da Marginal Tietê, como ação emergencial para acessar tubulação danificada a 18 metros de profundidade.
Reafirmando o compromisso com a universalização do saneamento em todo o Estado, São Bernardo marcou presença no evento “Vambora Transformar”, promovido pela Sabesp na quarta-feira (23/7), no auditório do Ibirapuera, na Capital.
O presente trabalho se debruça sobre uma área estratégica para o abastecimento de São Paulo e que apresenta os problemas e as dinâmicas recém elencadas: a represa Billings.
A interligação do Rio Grande com o Alto Tietê foi anunciada como a principal obra de 2015 da Sabesp e do governo do Estado para contornar a crise hídrica, que deixou milhares de paulistanos diariamente sem água entre os anos de 2014 e 2016. A obra custou R$ 130 milhões.
A "caixa-d'água de São Paulo" –como o governador Geraldo Alckmin (PSDB) se referiu à represa Billings na última sexta-feira (30)– é uma das últimas esperanças para aliviar a grave crise hídrica e, ao mesmo tempo, uma gigantesca caixa-preta.