Obras de saneamento em Porto Velho custarão R$ 700 milhões
As várias frentes de obras de saneamento que existem em Rondônia são uma demonstração de que o governo federal nunca investiu tanto no estado, segundo avaliação do governador Confúcio Moura.
As várias frentes de obras de saneamento que existem em Rondônia são uma demonstração de que o governo federal nunca investiu tanto no estado, segundo avaliação do governador Confúcio Moura.
A área está destinada a construção da primeira estação de tratamento de esgoto de Porto Velho, com previsão de atender a mais de 230 mil pessoas a partir do seu funcionamento, foi a única viabilizada tecnicamente para a implantação para tratamento do esgoto sanitário da zona sul. Mas ao longo dos últimos anos acabou sendo invadida por populares.
O município lançou o edital para concessão, inclusive com direito a Caerd de participar
Segundo as investigações, que tiveram início em 2012, as empresas interessadas em participar de concorrências do governo de Rondônia eram obrigadas a fazer doações a campanhas eleitorais. As licitações eram direcionadas para serem vencidas pelas companhias que faziam parte do esquema criminoso.
Prefeitos de seis municípios rondonienses formaram um grupo gestores, técnicos, controladores e juristas para definir o modelo administrativo mais viável ao setor de esgotamento sanitário, captação, tratamento e distribuição de água. A primeira reunião destinada a discutir o tema foi realizada nesta quinta-feira (11), em Presidente Médici/RO.
O Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) estabelece que o saneamento deve estar universalizado em todo o país até 2033. A promessa do governo federal, segundo o Ministério das Cidades, é de que até lá 93% das áreas urbanas do país tenham esgotamento sanitário, coleta e tratamento. O abastecimento de água, por sua vez, deve estar universalizado nas áreas urbanas até 2023.
No dia 11 de fevereiro, deputados estaduais de Rondônia se reuniram em sessão extraordinária na Assembleia Legislativa e, em votação unânime, decidiram cancelar a Reserva Extrativista Jaci Paraná. A decisão acabou com uma área protegida de 200 mil hectares. Uma semana depois, no dia 18, os deputados cancelaram os decretos que criaram três florestas de uso sustentável em Porto Velho. Na mesma semana, a Assembleia do Amapá por pouco não acabou com uma área protegida de 2 milhões de hectares. Esses casos podem ser exemplos de uma nova ofensiva contra as unidades de conservação na Amazônia brasileira.
A administração de Abunã, distrito de Porto Velho, distante cerca de 220 quilômetros da capital, afirma que se o Rio Madeira continuar subindo, a água potável na localidade deve acabar nesta quinta-feira (20). O motivo, segundo o administrador do distrito, Lelhio Ibañez França, é que as águas do rio estão a 30 centímetros da Estação de Tratamento de Água (ETA) da região.
A iniciativa do Programa Água Para Todos é do Ministério da Integração Nacional, como parte das ações previstas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A finalidade é a de universalizar o acesso ao uso da água a partir do repasse de recursos federais para ações que garantam acesso à água para as comunidades rurais cujos habitantes se encontram em situação de vulnerabilidade social.
Local fica distante 400 metros do Rio Machado, que abastece Cacoal. Diretor operacional do SAAE explica que empresa já foi notificada.