Arsesp mantém redução da pressão em 10 horas para preservar reservatórios
Decisão segue recomendação do Comitê de Integração das Agências para a Segurança Hídrica e visa preparar o Sistema Integrado para enfrentar o próximo período seco
Decisão segue recomendação do Comitê de Integração das Agências para a Segurança Hídrica e visa preparar o Sistema Integrado para enfrentar o próximo período seco
Ampliação da estação de tratamento de água faz parte de um pacote de investimentos que somam R$ 966 milhões até 2029 para universalizar o saneamento na região
A secretária do Meio Ambiente do Estado vistoriou as obras do Sistema Paiva Castro. O empreendimento vai reforçar o abastecimento de água para Campo Limpo Paulista e Várzea Paulista, por meio da captação na Represa Paiva Castro, em Franco da Rocha.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
A ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico) está preparando a Norma de Referência sobre reúso da água. Ela deve elaborá-la em diálogo com os órgãos responsáveis pelas outras propostas sobre o tema que tramitam paralelamente. A Abcon (Associação Brasileira das Empresas de Saneamento) também sugeriu contribuições.
Com a previsão de secas mais severas, cresce a pressão para que organizações adotem soluções práticas e integrem a gestão da água ao planejamento estratégico
Atualmente, o plano de contingência do Estado está com redução de pressão por 10 horas ao dia.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”
Com investimento de R$ 108,9 milhões, obras ampliam eficiência do sistema que abastece a Grande São Paulo. A modernização da Estação de Tratamento de Água (ETA) Engº Rodolfo José da Costa e Silva, responsável pelo tratamento da água da represa Guarapiranga, avança com investimento de R$ 108,9 milhões. Para fortalecer o abastecimento de cerca de 5,6 milhões de pessoas na Região Metropolitana de São Paulo.
O sistema garantirá mais segurança hídrica para a região do ABC. A Sabesp iniciou uma das obras mais estratégicas para o futuro da água da Grande São Paulo: a Interligação Billings-Alto Tietê.