Quinze anos depois, Política Nacional de Resíduos Sólidos ainda precisa avançar
Passados 15 anos, o cenário otimista foi substituído por uma realidade caracterizada por poucos avanços.
Passados 15 anos, o cenário otimista foi substituído por uma realidade caracterizada por poucos avanços.
Um levantamento robusto conduzido pelo Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP expôs o panorama atual: apenas 64,8% dos resíduos sanitários gerados nos 645 municípios paulistas passam por algum tipo de tratamento, e muitos deles utilizam métodos pouco eficazes para a retirada de poluentes.
A conclusão da tramitação do Projeto de Lei (PL) nº 2.159/2021, conhecido como a “Lei Geral do Licenciamento Ambiental”, que atualmente aguarda a sanção presidencial, tem sido acompanhada com grande expectativa por diversos setores da economia - em especial, o de saneamento.
Em 25 de junho de 2025, uma visita técnica marcou mais uma etapa do projeto que avalia o uso agrícola do lodo gerado pela Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Nova Venécia.
A saúde humana está sob a ameaça constante imposta pela crise ambiental causada pela poluição por plásticos, pelo menos a longo prazo.
O evento foi conduzido pelo presidente da estatal, Alex Campos, ao lado da diretoria da companhia, e contou com a presença de convidados e colaboradores.
Protocolo visa o estudo de alternativas para implantação de soluções que possibilitem a injeção de biometano no sistema de distribuição.
Uma indústria química localizada em Cubatão gera, diariamente, cerca de 0,45 toneladas de resíduos orgânicos, compostos principalmente por restos de alimentos e outros rejeitos que são descartados em aterros sanitários sem segregação.
O projeto prevê a substituição da atual travessia do rio por uma estrutura que vai mais que dobrar a capacidade de escoamento das águas pluviais.
A urgência para a readequação dos modelos de produção e consumo é destacada pela crescente demanda por recursos naturais e a intensa degradação ambiental.