A primeira usina fotovoltaica do Brasil a utilizar a tecnologia de placas flexíveis e rígidas em sistema flutuante completou um mês em plena operação na cidade de Rosana, em São Paulo, com a geração de 101.522 quilowatt-hora (kWh).
Desenvolvido para funcionar sem o auxílio de uma fonte de energia externa, o gadget também dispensa o uso de agentes químicos e de manutenções constantes.
Conforme relatório atualizado do Igarn, 8 reservatórios estão completamente secos; 22 já atingiram o volume morto e um outro deve entrar nessa lista até dezembro.