Desafios para a universalização até 2033
Seis anos após a aprovação do Marco Legal do Saneamento Básico, o Brasil registra avanços importantes na atração de investimentos. Também houve avanços em concessões e em projetos de regionalização.
No entanto, os números indicam que o ritmo atual ainda está aquém do necessário para cumprir a meta de universalização. O objetivo é garantir água tratada e esgotamento sanitário para todos até 2033.
Um levantamento do Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, aponta que o investimento médio anual por habitante cresceu 51% entre 2020 e 2024. O valor saltou de R$ 90,54 para R$ 137,02.
LEIA TAMBÉM: Saneamento Básico: A busca da saúde debaixo da terra
Ademais, apesar da melhora significativa, o valor continua distante dos cerca de R$ 225 estimados pelo Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) como o ideal para alcançar as metas legais.
A lacuna na infraestrutura deixa dezenas de milhões de pessoas sem serviços essenciais. Atualmente, 15,9% dos brasileiros não têm acesso à água potável. Outros 43,3% não contam com rede de coleta de esgoto.
Para conversar sobre o tema, Rafael Costa e Kaique Santos convidam Luana Pretto, presidente-executiva do Instituto Trata Brasil. Também participa Silvano Silvério da Costa, superintendente de Regulação de Saneamento Básico da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).
Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
Fonte: Tríbuna do Sertão