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O gerenciamento de resíduos sólidos hospitalares

A destinação correta dos resíduos sólidos hospitalares causa impactos ao meio ambiente. Este é um tema que se destaca na atualidade, principalmente mediante ao consumo e acúmulo de resíduos. Todavia, a ciência busca propor soluções que diminuam os impactos ambientais e/ou conscientize os envolvidos da necessidade de gerenciamento dos resíduos sólidos. Em se tratando dos RSS o gerenciamento é de suma importância, pois os riscos são ainda maiores. Sejam químicos, físicos ou biológicos, dessa forma há uma necessidade de planejar de forma sistematizada e administrada os fluxo dos manuseio dos RSS.

O gerenciamento de resíduos sólidos hospitalares

Partindo da premissa que o homem, como mecanismo de sobrevivência, extrai da natureza recursos necessários para sua manutenção, bem como para suprir as necessidades básicas, pode-se dizer que é um ato legítimo. Percebe-se que a partir do momento em que o homem deixou de ser nômade e iniciou o desenvolvimento da vida urbana, a produção de resíduos sólidos se tornou mais frequente, isto devido ao surgimento de grupos sociais que posteriormente geraram novos padrões de vida e, concomitantemente, necessidades primordiais do ser humano.

Diante do exposto, é pertinente destacar que o a produção capitalista fundamentada no capital e no progresso econômico tem desencadeado um consumo inconsciente e desenfreado de bens tanto duráveis quanto não duráveis, ressalvando que as necessidades que antes eram somente básicas ganham um novo grupo de necessidades denominadas adquiridas em um modelo de “fábrica de desejos”, causadas principalmente pelo consumo de produtos que têm apresentado cada vez mais um ciclo de vida menor, tornando-se assim, obsoletos e descartáveis, de modo a gerar assim um desejo que se tornará uma nova necessidade adquirida.

Autora: IVANEIDE DE SOUSA OLIVEIRA.

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