Vantagens e desvantagens dos métodos Wetland e tanque de evapotranspiração
Objetivou-se nesta revisão sistemática expor vantagens e desvantagens dos métodos de tratamentos de esgotos domésticos em áreas rurais.
02/11/2026
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza
Objetivou-se nesta revisão sistemática expor vantagens e desvantagens dos métodos de tratamentos de esgotos domésticos em áreas rurais.
Este trabalho teve por objetivo estimar e comparar a diversidade microbiana de um solo tratado com lodo de esgoto (BAR
O objetivo deste trabalho foi realizar um levantamento sobre os serviços de saneamento prestados pelo município, com identificação do perfil
Os resultados da primeira etapa detectaram a presença de dependência espacial e não permitem afirmar que possuir a PMSB diminui
O trabalho objetiva destacar a relação entre pandemia, higienismo e planejamento urbano focalizando a política de saneamento básico.
Este estudo de caso aponta os benefícios alcançados pela AEGEA utilizando o BIM e o Digital em duas plantas de
Esse estudo tem como objetivo apresentar um panorama do histórico do saneamento básico no Brasil e suas perspectivas no tempo
O objetivo do presente trabalho foi propor alternativas para a resolução de dois passivos ambientais da sociedade: 1 – a
O trabalho objetiva destacar a relação entre pandemia, higienismo e planejamento urbano focalizando a política de saneamento básico.
O objetivo foi analisar o desempenho da cobertura dos serviços de saneamento entre 2007 e 2017 por meio do
Os recentes precedentes do STF sobre o artigo 42, § 5º, da Lei nº 11.445/2007 não tratam apenas da indenização dos investimentos vinculados a bens reversíveis.
O mercado de infraestrutura começou a debater agora algo que deveria ter ocupado a agenda de concessionárias, reguladores e poder concedente desde a promulgação da Lei Complementar nº 214, de 2025, que é o impacto da reforma tributária sobre os contratos de concessão.