saneamento basico

DAEV reajusta a conta de água e esgoto a partir de 1º de fevereiro de 2016

O Departamento de Águas e Esgotos de VALINHOS (DAEV) vai reajustar as tarifas de água e esgoto em 13,85%. A correção foi autorizada pela Agência Reguladora dos Serviços de Saneamento das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (ARES-PCJ) com base na análise de custos apresentada pela Autarquia dos últimos 12 meses.

Os novos valores foram publicados no Boletim Municipal de 28 de dezembro de 2015 e passam a valer a partir de 1º fevereiro de 2016.

Outros serviços prestados pelo DAEV, como tarifas de ligação de água e esgotos, entre outros, serão reajustados em 10,48%, de acordo com o apurado pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre dezembro de 2014 e novembro de 2015.

Últimas Notícias:
Integração de sistemas no saneamento o risco operacional que começa na desorganização dos dados EOS Systems

Integração de sistemas no saneamento: o risco operacional que começa na desorganização dos dados | EOS Systems

No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.

Leia mais »
Novo marco legal do saneamento fracasso ou limites estruturais

Novo marco legal do saneamento: fracasso ou limites estruturais?

Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?

Leia mais »
O processo de privatização da Copasa é robusto

O processo de privatização da Copasa é robusto?

Ao final da desestatização da Copasa, surgiram críticas à “robustez” do modelo. Cito algumas: falta de previsão contratual suficiente de metas de universalização e qualidade; ausência de disciplina para áreas socialmente sensíveis; falta de transparência e açodamento na renegociação com os municípios e na regionalização; e erro no modelo de precificação das ações.

Leia mais »