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Salvador terá agência de regulação de água e saneamento

A trégua entre o governador Jaques Wagner e o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), foi apenas por uma causa nobre. O lançamento do projeto de prevenção ao vírus HIV pela Unaids deixou lado a lado petista e demista. Entretanto, o pomo da discórdia – a Embasa – deixou a paz reinar por pouco tempo. Ao saber que Wagner minimizou os problemas da empresa baiana de água e saneamento afirmando que há uma tentativa de privatizar a empresa, Neto estrilou. “Não existe de nossa parte a intenção de privatizar a Embasa. Isso é diversionismo”.

Por meio de decreto, ACM Neto criou a Arsal, agência de regulação da água de Salvador. Segundo ele, durante um ano tentou conversar com Embasa sobre os problemas de má prestação de serviços, mas não teve um retorno. O prefeito de Salvador contabilizou 200 buracos abertos pela Embasa em ruas e avenidas já recapeadas pela prefeitura.
Sobre as críticas quanto à criação da Sal, Neto afirmou que os municípios são livres para criarem sua empresa de água, saneamento e esgoto. “Esse serviço é municipal”, defende, ao mesmo tempo que aumenta as críticas sobre a Embasa. “A população não aguenta mais tanto reajuste da tarifa. Isso é um absurdo”, disse ao Bocão News logo após participar do lançamento do programa ‘Proteja o Gol’, de prevenção ao vírus HIV durante a Copa do Mundo.

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