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A Copasa montou um esquema de vigilância ‘Anti-Ruy’,

A Copasa montou um esquema de vigilância ‘Anti-Ruy’, a  ser executado nas sedes da rua Doutor Santos e do bairro Santo Antônio, como forma de impedir que o prefeito Ruy Muniz tente invadir um dos locais, como ocorreu em setembro de 2014. O novo superintendente regional da estatal, Roberto Botelho, se reuniu com todos ocupantes de cargos de confiança e apresentou o planejamento, onde as entradas dos prédios passarão a ser monitorados, para em qualquer momento de risco, os funcionários criarem uma barreira humana. A preocupação dos dirigentes da Copasa é que na tentativa de desviar o foco das investigações da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal, Ruy Muniz tente criar um factoide.

No mês de setembro de 2014, quando a Prefeitura anunciou o rompimento da concessão dos serviços de água e esgoto de Montes Claros, o prefeito Ruy Muniz mandou um grupo de secretários e assessores municipais invadir a sede central da Copasa e assumir todo controle de arrecadação e financeiro da estatal. A Polícia Militar teve de colocar uma equipe de prontidão para impedir a invasão. O então superintendente da Copasa, Daniel Antunes, recebeu a comitiva na portaria de acesso, mas impediu que entrasse no recinto. O factóide causou constrangimento para vários assessores do prefeito Ruy Muniz, que tiveram de sujeitar a situação por causa do salário de secretário municipal.

O temor dos dirigentes da Copasa é que no dia 31 encerra o prazo criado pelo próprio Ruy Muniz para a concessão de água e esgoto de Montes Claros, apesar da estatal ter uma renovação dada pelo então prefeito Jairo Ataide para até 2.024. O curioso é que a prorrogação, na época foi elaborada pelo então procurador Farley Soares Menezes, quando a Prefeitura recebeu as verbas para construir a avenida José Correa Machado. Agora, Farley Menezes é secretário municipal de Articulações Institucionais e tem de ficar contra o ato que ele mesmo praticou. Muniz considera a prorrogação realizada naquela época como ilegal e causou constrangimento ao ex-prefeito Jairo Ataide com essa sua postura.

No dia 19 de setembro de 2014, a Prefeitura de Montes Claros anunciou que rompeu a concessão de serviços com a Companhia de Saneamento Básico de Minas Gerais (Copasa). Ele se baseou em parecer da Procuradoria Geral do Município e levou em consideração a necessidade de garantir a continuidade e segurança dos serviços de água e esgoto no município e a concessão dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário. A Copasa, na visão da Prefeitura, explorará a concessão em período de ‘vigência extraordinária’ no qual serão preservadas as relações de consumo e todas as demais relações jurídicas do contrato de concessão e a Copasa permanecerá responsável pelos serviços de água e esgoto em Montes Claros.

Na época, o prefeito Ruy Muniz decretou que todas as receitas referentes aos serviços de água e esgoto prestados na cidade serão direcionadas para a conta corrente da administração municipal. A regulação dos serviços será exercida pelo próprio município, diretamente ou por meio da Agência Municipal de Água, Saneamento Básico e Energia de Montes Claros (Amasbe). Isso não ocorreu de fato. A Prefeitura tentou realizar a licitação da concessão, sendo que ambas foram canceladas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Fonte: http://www.gazetanortemineira.com.br/cidade/2015/12/copasa-elabora-plano-de-defesa-estatal-teme-invasao-para-ruy-muniz-desviar-atencao.html

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