Lucro da Sanepar caiu 5% no segundo trimestre

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) registrou um lucro líquido de R$ 107,3 milhões no segundo trimestre, o que representou uma queda de 4,57% sobre o mesmo período do ano passado, impactada principalmente pelo aumento de gastos administrativos e com pessoal. A receita líquida somou R$ 646,5 milhões, 9,46% superior na mesma base de comparação. A geração de caixa medida pelo EBITDA (lucro antes dos juros, impostos, depreciações e amortizações) foi de R$ 219,7 milhões, 8,06% abaixo da registrada no segundo trimestre do ano passado.

No acumulado do primeiro semestre, o lucro líquido somou R$ 226,6 milhões, 6,22% acima do registrado no período janeiro a junho de 2013. A receita líquida foi de R$ 1,29 bilhão, 12,13% maior na mesma base de comparação. A Sanepar reajustou em média em 6,9% a sua tarifa no período.

Segundo relatório de resultados, a companhia registrou um acréscimo 18,9% nos custos de produtos e serviços prestados, para R$ 527,4 milhões no primeiro semestre. Parte dessa variação se deveu ao aumento dos gastos com pessoal, de 12,9%, para R$ 132,1 milhões.

A Sanepar manteve seu cronograma de investimentos e aplicou R$ 437,3 milhões, 28,7% mais do que no primeiro semestre de 2013.

Fonte e Agradecimentos: GAZETA DO POVO

Últimas Notícias:
Baseform Atualização contínua dos Modelos Hidráulicos

Baseform | Atualização contínua dos Modelos Hidráulicos

A maioria dos modelos é calibrada de vez em quando, e rapidamente se desatualiza — a rede muda, o consumo altera, são adicionadas novas ligações e o modelo perde silenciosamente o contato com a realidade. As equipes de operação e planejamento que trabalham com um modelo desatualizado estão, na prática, navegando de noite com um mapa obsoleto.

Leia mais »

Indicadores que toda concessionária deve acompanhar para aumentar a eficiência operacional | EOS Systems

A gestão de uma concessionária ou autarquia de saneamento é um exercício constante de equilíbrio entre conformidade regulatória, sustentabilidade econômico-financeira e nível de serviço ao cliente. Com o avanço das metas exigidas pelas agências reguladoras e a necessidade de otimização de recursos (OPEX), mensurar apenas o faturamento bruto e o volume faturado é uma prática obsoleta e perigosa.

Leia mais »