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Para estimular economia, Sabesp suspende consumo mínimo de grandes usuários

Comércio e indústria que consomem mais de 500 mil litros por mês foram chamados a ajudar na tentativa de evitar o racionamento generalizado na Região Metropolitana por causa da seca histórica do Sistema Cantareira. São fábricas, shoppings, supermercados, hotéis e outros grandes estabelecimentos que mantêm contratos específicos com a Sabesp para consumir um volume mínimo de água por mês em troca de tarifas mais baixas. Na prática, quanto maior o consumo, menor o valor do metro cúbico cobrado. Mas, se a empresa não atinge o gasto mínimo dentro da faixa de consumo escolhido, ela é obrigada a pagar pelo volume total

Por causa da seca no Cantareira, a Sabesp suspendeu a exigência de consumo mínimo para esse grupo, chamado de clientes de demanda firme. Com isso, as empresas e indústrias que mantêm esse tipo de contrato, que têm duração de um ano e são renováveis, podem diminuir o consumo de água para um volume abaixo do mínimo acordado sem ter prejuízo financeiro. A medida foi adotada pela Sabesp no início do mês passado, juntamente com o plano de bônus para os moradores da Grande São Paulo, que dá até 30% de desconto na fatura para quem economizar ao menos 20% de água no mês. O prazo de duração também é o mesmo: até setembro ou até a normalização do Cantareira.

Com o bônus, a Sabesp disse que a população diminuiu a demanda de água em 2.400 litros por segundo, volume suficiente para atender mais de 800 mil pessoas –a população de São Bernardo do Campo, por exemplo. A companhia, contudo, não informou nem o número de clientes de demanda firme nem o volume de água que teria sido economizado por eles.

Para um cliente assinar esse tipo de contrato é preciso que o imóvel seja um comércio ou uma indústria, com volume médio de água nos últimos 12 meses igual ou superior a 500 mil litros e este consumo seja mantido durante a vigência do contrato. Ao todo, são sete faixas de consumo oferecidas. Para quem gasta mais de 40 milhões de litros por mês, por exemplo, a tarifa é 34% mais barata do que para quem consome 500 mil litros mensais.

Segundo a Sabesp, todos os clientes de demanda firme “foram visitados pessoalmente e receberam orientações para evitar o desperdício e contribuir para a redução de consumo” desde fevereiro. As informações são do jornal ‘O Estado de São Paulo’.

Fonte: UOL Economia

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