saneamento basico

RO: Prefeitura de Costa Martins negocia débitos com a Caerd

O prefeito do município de Costa Marques, Francisco Gonçalves Neto, com a presença da procuradora geral do município, Nara Caroline Gomes Ribeiro estiveram na sede da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia  em Porto Velho com a Presidente Iaciara Terezinha Rodrigues Azamor e demais diretores,  para o fechamento das cláusulas do convênio de cooperação, entre o município e o Estado de Rondônia.

O convênio de cooperação realizado no dia 02 de setembro deste ano, entre o município de Costa Marques e o Governo do Estado de Rondônia, viabiliza a Caerd prestar serviços locais com abastecimento de água potável e esgotamento sanitário e firmar concessão por um período de 30 anos. Nesta decisão  o município ganhará o aumento no índice de distribuição de água para população e garante a manutenção do sistema de abastecimento.

Com a Caerd, Francisco Neto tratou sobre a negociação de débitos antigos e acumulados do município , evitando a representação  no Tribunal de Contas e demandas de processos judiciais.  Assinou o contrato de consolidação e parcelamento da dívida, sendo o primeiro prefeito do Estado  a aderir ao débito automático, contribuindo na aplicação de recursos para o próprio município.

Últimas Notícias:
Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

02 de junho de 2026 – A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) lançou uma chamada pública para identificar projetos interessados no fornecimento de biometano ao estado, movimento que pode impulsionar novos investimentos e ampliar a participação de Minas Gerais em um dos segmentos mais promissores da transição energética brasileira e no aproveitamento econômico de resíduos para produção de combustível renovável.

Leia mais »

O saneamento e a hipocrisia ambiental

Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.

Leia mais »