saneamento basico

Tribunal de Contas suspende licitação em Ariquemes

No último dia 20, o Tribunal de Contas de Rondônia determinou a suspensão do processo de licitação que privatizava o serviço de abastecimento e coleta de esgotos na cidade de Ariquemes.

Segundo o relatório do senhor Valdivino Crispim, conselheiro do Tribunal, foram encontradas dez irregularidades no edital promulgado pela prefeitura do município, dentre as quais, está à ausência de ressarcimento ao poder público por eventuais investimentos realizados pela atual prestadora do serviço, a Companhia de Águas e Esgotos – CAERD, pertencente ao governo do estado.

Sem sequer conseguir justificar as vantagens e desvantagens técnicas e econômicas no sistema que seria adotado, o edital previa a concessão dos serviços de água e saneamento pelo valor estimado de R$ 153.692.027,00.

Outra irregularidade apontada foi à ausência de Audiências Públicas para a consulta da população que será afetada pelas mudanças que a municipalização dos serviços ocasionará.
O TCE determinou a suspensão do certame, entretanto, quando for formalmente notificado o município poderá corrigir os erros apontados.

Fonte: Sindur
http://www.rondoniagora.com/noticias/tribunal+de+contas+suspende+licitaao+privatizando+servios+de+captaao+e+distribuiao+de+agua+em+ariquemes+2015-01-29.htm

Últimas Notícias:
Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

02 de junho de 2026 – A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) lançou uma chamada pública para identificar projetos interessados no fornecimento de biometano ao estado, movimento que pode impulsionar novos investimentos e ampliar a participação de Minas Gerais em um dos segmentos mais promissores da transição energética brasileira e no aproveitamento econômico de resíduos para produção de combustível renovável.

Leia mais »

O saneamento e a hipocrisia ambiental

Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.

Leia mais »