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Aos 7 anos, garoto comanda uma empresa de reciclagem nos EUA

Já imaginou uma criança comandando um negócio próprio? Pois saiba que o caso de um garoto de 7 anos nos EUA, à frente de uma empresa de reciclagem, mostra que nunca é cedo demais para começar um negócio.

O pequeno Ryan Hickman decidiu o que queria fazer da vida incrivelmente aos 3 anos e meio, quando visitou um centro de reciclagem na Califórnia e disse ao pai que adoraria trabalhar com aquilo.

“Meu novo negócio! Vou pegar todas as latas e garrafas de todos na vizinhança”, disse o garoto na época. Hoje, na idade “madura” de 7 anos, ele é o CEO, gerente e funcionário da Ryan’s Recycling Company. Conta com 50 clientes e mais de 200 mil garrafas e latas em seu crédito de reciclagem.

Embora Ryan diz que não se lembra o que fez tudo começar (já faz mais da metade da vida dele quando tudo começou), o garoto continua apaixonado sobre a razão. “É porque as garrafas chegam ao oceano e os animais ficam doentes e morrem”, afirmou à rede americana CNN.

De acordo com o pai, Damion Hickman, Ryan guardou mais de US$ 11 mil dólares. O dinheiro está indo para uma conta da faculdade, quando ele fizer 18 e decidir o que quer fazer com o valor, embora Ryan diga que queira comprar um caminhão de lixo e eventualmente tornar­se um gari.

Um dos lugares favoritos de Ryan é o Centro de Mamíferos Marinhos do Pacífico, ao qual ele doa tudo o que arrecada com a venda das camisetas da sua marca ­ mais de US$ 3.700 dólares até agora. “Eu gosto de ir lá e olhar para leões marinhos, e o dinheiro que nós doamos para eles lhes dá remédios e comida”, conta o menino.

Quatro anos após a criação do empreendimento, os vizinhos se acostumaram com o garotinho que vai de casa em casa pedir seus materiais recicláveis, e os mais entusiastas até mesmo deixam os sacos de lixo na porta da casa dos Hickmans.

Na escola, a atividade favorita de Ryan é ajudar o zelador, Sr. José, a separar o lixo.

“Quero vê­lo com amigos, mas só a reciclagem o faz feliz. Ele realmente recrutou seus amigos agora: é Ryan e cinco de seus amigos ajudando o Sr. José”, contou o pai.

Apesar da efusão de apoio e gratidão, o pai permanece cauteloso. “Eu tento desencorajar doações diretas, não quero que as pessoas pensem que estamos tentando ganhar dinheiro com nosso filho”, diz ele. “Nós certamente apreciamos isso e eu percebo que isso faz as pessoas se sentirem bem, 99% dos comentários dizem como é inspirador, mas uma fração dos comentários dizem que ‘a criança é uma ferramenta de marketing para um negócio do pai e da mãe’ e nós tentamos não lê­los. Eu comecei a digitar uma resposta uma vez e parei. Sinto que não vale a pena”, finalizou o pai da criança.

Fonte: NE10

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