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Após final de semana seco, Alto Tietê tem nova queda

Neste domingo (7), o Sistema Alto Tietê registra uma nova queda. De acordo com os dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), o volume armazenamento é de 21,7%. Desde o início de junho essa é a sexta queda consecutiva do sistema. Em 1º de junho, o volume armazenado era de 22,3%. No sábado (6) o volume já estava em 21,8%.

No acumulado do mês, o volume de chuva foi de 4,3 milímetros, número bem distante da médica histórica que é de 55,5 milímetros. No domingo, a pluviometria do dia é de 0,0 mm.

Na mesma data no ano passado, quando a população da região Alto Tietê já sentia os reflexos da crise hídrica, o volume armazenado nas represas era de 29,9%.

Outros meses

O Sistema Alto Tietê terminou maio com pluviometria 23,66% acima da média. A pluviometria acumulada foi de 73,7 mm e a média histórica é de 59,6 mm. Em 2015 houve redução da média histórica para maio, depois de um mês de poucas chuvas em no ano anterior. O índice era de 78,3 mm em 2014 e a pluviometria acumulada foi de apenas 33,4 mm.

Abril terminou com chuvas 19,8% acima da média histórica no Alto Tietê. Em fevereiro e março de 2015 também choveu mais que o esperado no sistema. Já em janeiro o mês terminou com chuvas 58,7% abaixo da média.

Sistema Alto Tietê

O Sistema AltoTietê abastece 4,5 milhões de habitantes da Grande São Paulo e parte da capital. Desde dezembro de 2013, fornece água também a moradores que antes eram atendidos pelo Cantareira.

Em dezembro de 2013, a água produzida na região passou a atender parte da população que antes era abastecida pelo Sistema Cantareira, mas a medida foi anunciada pelo governador Geraldo Alckmin apenas em março de 2014.

Implantado no início da década de 1970, o sistema é formado por cinco reservatórios: Ponte Nova (Rio Tietê), no limite dos municípios de Salesópolis e Biritiba Mirim; Paraitinga (Rio Paraitinga), em Salesópolis; Biritiba (Rio Biritiba), no limite dos municípios de Biritiba Mirim e Mogi das Cruzes; Jundiaí (Rio Jundiaí), em Mogi das Cruzes; e barragem de Taiaçupeba (Rio Taiaçupeba), no limite de Mogi e Suzano. A água do sistema é tratada na Estação de Taiaçupeba, em Suzano.

 

 
Fonte: G1

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