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Corsan pede ajuda à Brigada para cortar ligações clandestinas de água

A Companhia Riograndense de Saneamento recebeu denúncias de ligações clandestinas de água no bairro Estação e foi conferir na última quarta-feira. Ao constatar a veracidade das informações, pediu ajuda à Brigada Militar para efetuar os desligamentos e bloqueios dos ramais. “Fomos ao local e constatamos 28 ligações irregulares, inclusive de casas que haviam sido invadidas”, relata Fernando Orth, chefe da unidade da Corsan em Montenegro.

Como ocorreram algumas ameaças às equipes da estatal em outras ocasiões, foi solicitada ajuda da Brigada Militar para as vistorias. “Em oito casas que flagramos furto de água, os responsáveis foram encaminhados à Delegacia de Polícia”, conta Fernando. Além de responderem inquérito por furto, os usuários ainda terão que pagar multa, que pode variar de R$ 191,24 a R$ 573,86. “Algumas pessoas já nos procuraram para regularizar a situação”, conta Orth.

Tarifa social
Fernando Orth ressalta que as pessoas que tenham mais dificuldades para pagar a tarifa básica, podem requerer a tarifa social. “O valor da tarifa social é de R$ 7,32, ou seja, o preço de três litros de água mineral por mil litros”, acentua. “Não precisa furtar, o governo do Estado criou a tarifa social justamente para que aquelas pessoas que tenham dificuldades possam ter água potável à disposição”, aponta. Para saber se tem direito à tarifa social a pessoa precisa procurar a Corsan ou Prefeitura.

As dívidas antigas de contas que não foram pagas também podem ser renegociadas. “A gente financia em até 15 vezes as contas em atraso”, explica Orth. “Não é necessário ficar furtando água”, reforça.

Fonte: Fato Novo
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