saneamento basico

Diretores da Casal apresentam ações para solucionar falta de água em Arapiraca

Atendendo a um convite da Câmara Municipal de Arapiraca o presidente da Companhia de Água e Saneamento de Alagoas – Casal, Clésio Falcão e o secretário de Estado e Recursos Hídricos Alexandre Ayres, apresentaram os planos de ação da empresa para solucionar o problema da falta de água em Arapiraca e os inúmeros vazamentos que provocam indignação da população com o desperdício de água tratada na zona urbana e rural do município. O encontro foi realizado no plenário do legislativo de Arapiraca com a presença do público da prefeita Célia Rocha (PTB) e a condução dos trabalhos do vereador Moisés Machado (PSD) primeiro secretário da Mesa Diretora.

O encontro contou com a presença do vice-prefeito Yale Fernandes (PMDB) Tácito Marques Castelo Branco, gerente da Unidade de Negócios do Agreste. Durante três horas, os vereadores ouviram dos dirigentes da estatal, um elenco de ações que a empresa tem programado com a contratação de uma empresa para realizar os serviços que dentro de um período de três meses vai aumentar a oferta de água e ampliar a rede de distribuição para as comunidades rurais. A empresa vai realizar inclusive a recomposição do pavimento.

Explicou que os serviços devem está concluído em um prazo de três meses, cumprindo as normas do contrato emergencial e os serviços serão realizados em dez cidades do Estado incluindo Maceió e Arapiraca. O presidente da Casal assegurou que essa ação será emergencial, e que vai contribuir muito com a diminuição desses problemas Explicou  os problemas dos vazamentos em Arapiraca ocorre em razão da estrutura da rede de distribuição obsoleta que não mais suporta a pressão.

Ele lembrou, que rede de distribuição de água na parte baixa da cidade é muito antiga, foi implantada na década de 70, os canos não suportam mais a pressão da água e acabam estourando, completou.. Entre as soluções apontadas pelo presidente da Casal, para resolver o problema do abastecimento de água em Arapiraca, será preciso renovar a tubulação da rede de distribuição.

Ele garantiu que, até janeiro de 2016, a Casal terá um plano de investimentos para ampliar a rede de distribuição de água em todo o Estado, inclusive para levar água até as 36 comunidades rurais de Arapiraca que até o momento não contam com esse beneficio. Os vereadores fizeram diversos questionamentos aos dirigentes da Casal e ao próprio secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, sobre as ações para melhorar o abastecimento de água na cidade.

Clécio Falcão e Alexandre Ayres agradeceram o convite para participarem da reunião e deixaram claro, que não estavam transferindo a responsabilidade das ações para ninguém, mas fazendo o possível para resolver um problema que é de todos, a falta de água. A prefeita Célia Rocha, parabenizou os vereadores por realizarem uma reunião dessa importância, principalmente para tratar de um assunto tão complicado como a falta de água e que vem afetando toda a comunidade arapiraquense.

Participaram  da reunião, os vereadores Sérgio do Sindicato, Professora Graça Lisboa Ronald Vital Rios, Rogério Nezinho, Adalberto Saturnino, Gilvânia Barros, Fabiana Pessoa, Fábio Chaves (Dr. Fábio) e Josias Albuquerque.

Fonte: Cada Minuto

Fotografia: Claudio Roberto

Últimas Notícias:
Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

02 de junho de 2026 – A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) lançou uma chamada pública para identificar projetos interessados no fornecimento de biometano ao estado, movimento que pode impulsionar novos investimentos e ampliar a participação de Minas Gerais em um dos segmentos mais promissores da transição energética brasileira e no aproveitamento econômico de resíduos para produção de combustível renovável.

Leia mais »

O saneamento e a hipocrisia ambiental

Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.

Leia mais »