Para substituir um equipamento antigo para desidratação de seu lodo, uma indústria química adquiriu a prensa desaguadora Ômega 100100, com fluxo de lodo de até 6 m³/h, fabricada pela EMO, empresa francesa representada no Brasil pela aQuamec.
Utilizada na desidratação de lodos industriais e municipais, a prensa Ômega 100100 se destaca por seu alto desempenho, baixo consumo energético e custo operacional e operação limpa.
O equipamento proporciona controle visual do lodo durante a operação e fácil acesso para supervisão e manutenção. É construído em aço inoxidável, o que confere ao sistema alta resistência à corrosão e resistência mecânica.
O Equipamento
Além da prensa desaguadora Ômega 100100, a aQuamec fornece diversos equipamentos para tratamento de lodo nas etapas de remoção de lodo, adensamento, desidratação e secagem, incluindo unidades móveis, e um amplo portfólio de equipamentos para todas as etapas do tratamento de água, efluentes municipais e industrias, e reúso.
Junto com a aLBriggs, possui um sólido histórico de atendimento a companhias de segmentos como Saneamento, Óleo e Gás, Portos e Terminais, Alimentos e Bebidas, Mineração, Siderurgia e Indústrias em geral, incluindo as de Química e Petroquímica.
Recursos destinados a dez municípios fortalecem os sistemas de água e esgoto. Mais de 390 mil pessoas passaram a contar com tratamento de esgoto desde 2024.
Nova parceria aproxima o Portal de uma das principais companhias de saneamento do país. E amplia o acesso do nosso público a informações sobre água, inovação e segurança hídrica.
O investimento em capital na infraestrutura de água e saneamento é, em sua essência, um problema de decisão. Quanto gastar. Onde gastar. Qual tecnologia usar.
O saneamento brasileiro precisa de bilhões em investimentos para avançar rumo à universalização. Mas, diante de juros elevados, maior endividamento e novas incertezas regulatórias e tributárias, uma pergunta se torna cada vez mais importante: quem vai financiar a segunda metade desse caminho?
Quase 2 mil toneladas de lixo e gordura foram retiradas das redes, peneiras e grades instaladas antes da entrada dos esgotos nos equipamentos de bombeamento e nas estações de tratamento da Baixada Santista entre janeiro e junho de 2026. O volume equivale ao peso de 10 baleias-azuis.
O modelo de estações móveis de tratamento de esgoto, apresentado pela Corsan como uma forma de acelerar o saneamento no Rio Grande do Sul, começa a se espalhar pelo Estado. Depois da unidade pioneira em Barra do Quaraí, na Fronteira Oeste, já em operação, a Companhia avança com a implantação de estações em Horizontina, São Luiz Gonzaga, Frederico Westphalen e Serafina Corrêa.