Para substituir um equipamento antigo para desidratação de seu lodo, uma indústria química adquiriu a prensa desaguadora Ômega 100100, com fluxo de lodo de até 6 m³/h, fabricada pela EMO, empresa francesa representada no Brasil pela aQuamec.
Utilizada na desidratação de lodos industriais e municipais, a prensa Ômega 100100 se destaca por seu alto desempenho, baixo consumo energético e custo operacional e operação limpa.
O equipamento proporciona controle visual do lodo durante a operação e fácil acesso para supervisão e manutenção. É construído em aço inoxidável, o que confere ao sistema alta resistência à corrosão e resistência mecânica.
O Equipamento
Além da prensa desaguadora Ômega 100100, a aQuamec fornece diversos equipamentos para tratamento de lodo nas etapas de remoção de lodo, adensamento, desidratação e secagem, incluindo unidades móveis, e um amplo portfólio de equipamentos para todas as etapas do tratamento de água, efluentes municipais e industrias, e reúso.
Junto com a aLBriggs, possui um sólido histórico de atendimento a companhias de segmentos como Saneamento, Óleo e Gás, Portos e Terminais, Alimentos e Bebidas, Mineração, Siderurgia e Indústrias em geral, incluindo as de Química e Petroquímica.
A falta de coleta e tratamento adequado de esgoto continua sendo um dos principais desafios para a saúde pública no Brasil. Embora muitas vezes invisível no cotidiano das cidades. O saneamento básico está diretamente ligado à prevenção de doenças, à preservação ambiental e à qualidade de vida da população.
O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.
Os ecopontos são espaços públicos criados para o recebimento voluntário de materiais recicláveis e resíduos volumosos. O objetivo é constituir uma alternativa à população para a destinação gratuita e ambientalmente correta para materiais que não devem ser jogados no lixo comum ou em terrenos baldios.
Após décadas com aportes abaixo de R$ 7 bilhões. O estado de São Paulo registrou em 2025 o maior volume de investimentos em saneamento básico da história, impulsionado pela desestatização da Sabesp.
Abrir a torneira, tomar banho ou utilizar água em casa são gestos simples do cotidiano. Por trás deles, porém, existe uma estrutura complexa que envolve tecnologia, planejamento, engenharia e investimentos permanentes para garantir um serviço essencial à população.
A Subprefeitura Itaquera acompanha o avanço das obras no Córrego Rio Verde, conhecido como Córrego Jacu. Uma importante intervenção que integra o projeto executivo de drenagem e contenção de cheias da região.