Para substituir um equipamento antigo para desidratação de seu lodo, uma indústria química adquiriu a prensa desaguadora Ômega 100100, com fluxo de lodo de até 6 m³/h, fabricada pela EMO, empresa francesa representada no Brasil pela aQuamec.
Utilizada na desidratação de lodos industriais e municipais, a prensa Ômega 100100 se destaca por seu alto desempenho, baixo consumo energético e custo operacional e operação limpa.
O equipamento proporciona controle visual do lodo durante a operação e fácil acesso para supervisão e manutenção. É construído em aço inoxidável, o que confere ao sistema alta resistência à corrosão e resistência mecânica.
O Equipamento
Além da prensa desaguadora Ômega 100100, a aQuamec fornece diversos equipamentos para tratamento de lodo nas etapas de remoção de lodo, adensamento, desidratação e secagem, incluindo unidades móveis, e um amplo portfólio de equipamentos para todas as etapas do tratamento de água, efluentes municipais e industrias, e reúso.
Junto com a aLBriggs, possui um sólido histórico de atendimento a companhias de segmentos como Saneamento, Óleo e Gás, Portos e Terminais, Alimentos e Bebidas, Mineração, Siderurgia e Indústrias em geral, incluindo as de Química e Petroquímica.
Quando o assunto é poluição da água, a imagem que vem à cabeça da maioria das pessoas é sempre a mesma: um cano despejando esgoto direto no rio, ou uma indústria lançando efluentes sem tratamento.
A Itaúsa informou que a Aegea Saneamento aprovou um aumento de capital entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2,1 bilhões. O movimento poderá levar a holding a investir até R$ 1,5 bilhão na companhia.
Capaz de processar centenas de milhões de litros diariamente, a ETE Serraria revela a dimensão invisível do saneamento de Porto Alegre, onde resíduos domésticos, etapas biológicas e grandes estruturas de bombeamento se encontram antes que o efluente tratado retorne ao Lago Guaíba.
A agenda regulatória da ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico) para os anos 2027 e 2028 pode prever novas NRs (Normas de Referência) que vão estabelecer diretrizes para modelos de regulação tarifária para os serviços de drenagem e resíduos sólidos.
No setor de saneamento, a telemetria não é apenas uma tecnologia; é o alicerce da operação previsível. dados capturados em tempo real transformam informações dispersas em decisões estratégicas, permitindo que concessionárias detectem vazamentos, consumos anormais e falhas de medição antes que se consolidem em prejuízo.