saneamento basico

Suape coleta 2,5 toneladas de resíduos sólidos, entre papel, metal e plástico

No primeiro trimestre deste ano, a administração do Complexo Industrial Portuário de Suape coletou cerca de 2,5 toneladas de resíduos sólidos entre papel, metal e plástico. O material reciclável foi produzido pelo Centro de Treinamento, guaritas, Torre de Controle, prédio da Autoridade Portuária, Centro de Treinamento e Cais Público.

O plano de Coleta Seletiva, desenvolvido pela empresa desde 2011, foi responsável pela coleta e reutilização de mais de 13 toneladas de lixo. Em 2014, a administração do Complexo de Suape gerou mais de 3 toneladas de resíduos recicláveis. Para o coordenador de Educação Ambiental e Responsabilidade Socioambiental de Suape, Roberto Zaponi, os resultados da coleta seletiva, só neste primeiro trimestre, superam as expectativas e reforçam o comprometimento dos colaboradores e dos gestores de Suape com o meio ambiente.

Todo o material arrecadado é doado para a Central de Triagem de Resíduos de Suape e à Associação dos Agentes de Reciclagem do Ipojuca (Recicle), em Porto de Galinhas. Os resíduos, então são vendidos para as empresas Frompet, Ondunorte, Açonorte e Ecodigital, contribuindo para a geração de renda e inserção no mercado de trabalho de 35 catadores. A ideia é estimular o reaproveitamento do lixo e promover a integração da inclusão social com a preservação ambiental, reduzindo a geração de resíduos sólidos.

 
Fonte: Diário de Pernambuco

Últimas Notícias:
Integração de sistemas no saneamento o risco operacional que começa na desorganização dos dados EOS Systems

Integração de sistemas no saneamento: o risco operacional que começa na desorganização dos dados | EOS Systems

No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.

Leia mais »
Novo marco legal do saneamento fracasso ou limites estruturais

Novo marco legal do saneamento: fracasso ou limites estruturais?

Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?

Leia mais »