saneamento basico

Auditoria sobre tarifa de água e esgoto é solicitada por CPI

Aprovado na tarde desta quinta-feira, dia 23, o requerimento proposto pelo deputado Olyntho Neto (PSDB) que solicita para a Agência Tocantinense de Regulação (ATR) uma auditoria sobre a fórmula de reajuste da tarifa de água e esgoto. O pedido foi apreciado durante reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito das empresas que compõem o sistema público de saneamento, formado pela Odebrecht Ambiental/Saneatins, Agência Tocantinense de Regulação (ATR) e Agência Tocantinense de Saneamento (ATS). O requerimento de Olyntho se estende ainda aos dados apresentados pela Odebrecht para o cálculo da tarifa atual.

Outro requerimento do deputado Vilmar de Oliveira (SD) foi aprovado. Por meio dele, pede-se à Prefeitura de Palmas e à Caixa Econômica Federal (CEF) cópias de contratos de financiamento de obras no sistema de água e esgoto do município.

O presidente da CPI, deputado Eduardo do Dertins (PPS), é o autor de um pedido sobre a existência do “fator k”. Este seria um adicional de cobrança sobre serviços prestados por empresas do grupo Emsa diretamente para a Saneatins, que tinha a Emsa como sócia majoritária. Como na época, o Estado detinha 26% das ações da companhia, suspeita-se que o adicional tenha representado prejuízo ao erário.

Os demais ofícios lidos no expediente solicitam informações sobre a venda de ações da Saneatins para a Emsa e, posteriormente, para a Odebrecht Ambiental, a construção e justificativa para a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Lontra em Araguaína, obra que contraria o Plano Municipal de Água e Esgoto, e também sobre as obras de compensação ambiental na Capital.

 

 

Fonte: Conexão Tocantins

Últimas Notícias:
Integração de sistemas no saneamento o risco operacional que começa na desorganização dos dados EOS Systems

Integração de sistemas no saneamento: o risco operacional que começa na desorganização dos dados | EOS Systems

No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.

Leia mais »
Novo marco legal do saneamento fracasso ou limites estruturais

Novo marco legal do saneamento: fracasso ou limites estruturais?

Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?

Leia mais »