saneamento basico

Tribunal julga ação da prefeitura de Capitão de Campos contra Agespisa

O Tribunal de Justiça julgou agravo de instrumento interposto pela prefeitura de Capitão de Campos contra decisão na Ação Ordinária de Obrigação de Fazer ajuizada contra a Agespisa.

A Agespisa cortou o fornecimento de água da prefeitura devido à falta de pagamento. A prefeitura então ingressou com Ação Ordinária de Obrigação de Fazer para ter o restabelecimento da água, mas ela não foi aceita.
A prefeitura ingressou então com um recurso no Tribunal de Justiça. A prefeitura alega que o suposto débito que ensejou a suspensão do fornecimento do serviço de abastecimento de água, foi fundamentada na não renovação tática do contrato de Concessão, que teve termo final em 2003, sendo pega de surpresa com a suspensão da água.
Afirmou ainda que a suspensão do fornecimento afeta estabelecimentos que prestam serviçospúblicos como nas escolas, hospitais e postos de saúde.
“Mesmo quando o consumidor é órgão público, o corte do fornecimento de água está autorizado por lei sempre que resultar da falta injustificada de pagamento, e desde que não afete a prestação de serviços públicos essenciais”, disse o desembargador Haroldo Rehem.
O Tribunal de Justiça decidiu aceitar apenas parcialmente o recurso, de forma que seja feito o abastecimento apenas nas repartições públicas que prestam serviços essenciais.
BÁRBARA RODRIGUES, DO GP1
Últimas Notícias:
Integração de sistemas no saneamento o risco operacional que começa na desorganização dos dados EOS Systems

Integração de sistemas no saneamento: o risco operacional que começa na desorganização dos dados | EOS Systems

No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.

Leia mais »
Novo marco legal do saneamento fracasso ou limites estruturais

Novo marco legal do saneamento: fracasso ou limites estruturais?

Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?

Leia mais »