São direitos civis de cada indivíduo a proteção de relações sociais, econômicas e políticas, entre as quais o direito à saúde e à educação; e são deveres do cidadão o respeito às leis do país, à sua defesa e o pagamento de impostos.
Fazer parte de um Estado e viver em sociedade é vincular-se a direitos e deveres aprovados por leis que disciplinam a vida de toda e qualquer comunidade, incluindo os direitos e o respeito à legislação ambiental.
A necessidade de estabelecer a relação entre cidadania e meio ambiente está expressa no direito do indivíduo ter um meio ambiente saudável e no dever que cada um tem de defender a preservação e o equilíbrio dos recursos naturais e da biodiversidade, conforme a Constituição, acordos, tratados internacionais e leis ambientais instituem.
O ecocidadão é a pessoa consciente e que busca qualidade de vida no planeta Terra. É o indivíduo sintonizado com as questões da escassez da água, com o desmatamento crescente, com a caça predatória e o tráfico de animais, com os problemas decorrentes do modelo de consumo adotado por uma determinada sociedade, que descarta mais e mais lixo no planeta, que contamina o ar que todos respiram e que altera as condições climáticas, que polui rios, mananciais e mares…
Todos os dias cada pessoa gera em média um quilo de resíduos no planeta, é o que revela o relatório What a Waste, do Banco Mundial, que monitora a produção global de resíduos.
Os indicadores de água e saneamento ajudaram Curitiba a conquistar, pelo segundo ano consecutivo, o título de capital com a melhor qualidade de vida do Brasil.
Estudo mostra que 20 milhões de toneladas de resíduos plásticos entram no ambiente todos os anos e que a gestão de resíduos por si só não consegue resolver o desafio dessa poluição
A indústria alimentícia está entre os segmentos que mais demandam controle rigoroso no tratamento de efluentes. Processos produtivos envolvendo açúcares, óleos, gorduras, matéria orgânica e variações constantes de carga exigem sistemas capazes de operar com estabilidade, eficiência e segurança ambiental.
Com a aproximação do prazo para a avaliação das metas do Marco Legal do Saneamento, o Ministério das Cidades intensifica os investimentos voltados à ampliação do acesso à água potável no Brasil.