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Falta de chuva mantém mananciais com vazões baixas

A estiagem fora de época no estado de São Paulo desencadeou em uma queda considerável na vazão dos rios. A esperada chuva de verão não veio na proporção suficiente para abastecer os mananciais para a chegada do inverno, quando a estiagem realmente começa. Com níveis baixos nos rios, o desafio agora é manter o abastecimento até a chegada do próximo período chuvoso.

Limeira está há mais de 30 dias sem chuva e o reflexo disso é a baixa vazão dos mananciais que abastecem a cidade, Rio Jaguari e Ribeirão Pinhal, que desde o verão passado vêm sofrendo com a escassez das chuvas. A vazão média registrada em junho é de 6,9 m³/s, volume está abaixo da média de junho do ano passado, de 32,8 m³/s. Os dados são do monitoramento realizado pelo Comitê PCJ no ponto de medição na foz do Rio Jaguari.

Mesmo com os baixos níveis desse ano, até o momento o abastecimento de Limeira foi mantido, porém a falta de chuva e a queda nas vazões dos mananciais preocupam. Em junho, a média de chuva em Limeira foi de 3 mm. No mesmo período do ano passado choveu 57,4 mm, conforme medições feitas pela estação meteorológica da Faculdade de Tecnologia (FT Unicamp).
De toda a água que abastece a cidade, em junho 63% foi captada no Rio Jaguari e 37% no Ribeirão Pinhal. Em Limeira não existe reservatório de água bruta, por isso a captação é feita diretamente no leito do rio.

Para uma previsão mais precisa sobre os mananciais que abastecem Limeira, a concessionária Odebrecht Ambiental contratou uma empresa especializada para desenvolver um estudo hidrológico dessa bacia. A pesquisa é baseada em uma série histórica dos últimos 100 anos e irá nortear as ações da concessionária para o período de estiagem, com conclusão prevista para as próximas semanas.

A Odebrecht Ambiental está acompanhando em tempo real todos os dados relativos à captação de água em Limeira, as vazões dos mananciais e as previsões de chuva. Qualquer mudança de cenário que possa interferir no abastecimento da cidade será previamente informada.

Crédito: Assessoria de Comunicação Odebrecht Ambiental.
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Sandra Alves – [email protected]
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